Era uma vez um aristocrata inglês que gostava de ouvir Beatles e tomar uns drinks até altas horas. Certo dia, quando o clube que frequentava estava quase fechando, Squire ouviu uma voz de soprano que se assemelhava a de um garotinho, algo angelical. Era o faxineiro cantarolando.
Assim, ele conheceu Jon Anderson e o convidou a formarem o que viria a ser um dos maiores grupos de Rock Progressivo de todos os tempos e que influenciaria várias bandas importantes, do nipe da canadense Rush e da brasileira Mutantes, entre outras tantas.
O Yes lançou o primeiro disco a 40 anos, em 1969 (quando dividiram como Led Zeppelin o destaque de melhor banda revelação daquele ano) e hoje, dia 4 de março, Chris Squire completa 61 anos – ainda na ativa, preferencialmente com o seu baixo Rickenbacker 4001 “envenenado”.
O som grave do contrabaixo deste monstro do Rock é inconfundível e faz, literalmente, o chão tremer, durante os shows. No Rock in Rio, muitos jornalistas contam que as cabines da imprensa começaram a chacoalhar, quando Squire começou a tocar.
Pessoalmente, posso dizer que já vi 4 concertos arrasadores e emocionantes (ao mesmo tempo!) do Yes, banda que já teve diversas formações – mas sempre o mesmo baixista genial, irreverente, orgulhoso, incomparável…
Abaixo, o Yes na turnê “Union”, que contou com o aniversariante de hoje, além de: Jon Anderson (vocal), Steve Howie (guitarra), Trevor Rabin (guitarra), Rick Wakeman (teclados), Tony Kaye (teclados), Bill Brufford (bateria Simons) e Alan White (bateria acúsitica). A música é “Heart of the Sunrise”: