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20110625chris squire Novo álbum do Yes: “Fly from Here” – 4

Chris Squire (flickr.com)

Primeiro single do novo trabalho do Yes:

WE CAN FLY FROM HERE

“Along the edge of this airfield
The old prop-shaft airliners stand
Altimeters reading zero
Formless memories lingering

Nights are cold on this airfield
I sit alone watching radar
Locked on the wavelength, God in the field
Falling slowly into the screen

Every day that you waste
Is one more that you lost
When you wake up
I see you there
On display in lights
A final point of no return
Taking us there from here

And we can fly from here
And we can fly from here
And we can fly from here
Into a sky so clearly
Move back, we*ll dry the tears
For those once held so dearly
And love will never disappear

INSTRUMENTAL

Along the edge of this airfield
The old prop-shaft airliners stand
Altimeters reading zero
Formless memories lingering
Lingering, lingering, lingering

And we can fly from here
Into a sky so clearly
Look back, we*ll dry the tears
For those once held so dearly

And we can fly from here
*We can fly
And we can fly from here
*We can fly
And we can fly from here
*We can fly
And we can fly from here
*We can fly

And we can fly from here
Always understanding that we can fly

INSTRUMENTAL

Every day that you waste
Is one more that you*ve lost
On display in lights
A final point of no return

Every day that you waste
Is one more that you*ve lost
On display in lights
A final point of no return”

(Trevor Horn & Geoff Downes)

20090806close to the edge Yes Yes com Siberian Khatru (e sem Jon Anderson)

O grupo britânico Yes se notabilizou pela extrema técnica de seus integrantes e pelas composições elaboradíssimas. Além disso, a longevidade e tenacidade da banda são realmente impressionantes!

A banda fundada por Jon Anderson (vocal) e Chris Squire (baixo e vocal) surgiu em 1969 e se consolidou como uma das mais importantes de todos os tempos, dentro da vertente do Rock que pretendia transformá-lo em obra de arte: o Prog Rock.

Depois de uma revigorada reunião, durante a década de 80, continuaram na estrada e, apesar das constantes alterações em sua formação, sempre mantiveram a excelência (principalmente ao vivo) e seus dois principais pilares: Jon e Chris.

No entanto, Jon Anderson deu um tempo na banda, que então convocou o canadense Benoit David (vocal) para o seu lugar e o filho de Rick, Oliver Wakeman (teclados), também. O incrível Steve Howie (guitarra) e Alan White (bateria) completam o time. Abaixo, o clássico do Rock Progressivo, “Siberian Khatru”, originalmente no álbum “Close to The Edge” (1972), com a nova formação:

squire 240x300 Chris Squire: monstro do Prog Rock

O mestre Chris Squire

Era uma vez um aristocrata inglês que gostava de ouvir Beatles e tomar uns drinks até altas horas. Certo dia, quando o clube que frequentava estava quase fechando, Squire ouviu uma voz de soprano que se assemelhava a de um garotinho, algo angelical. Era o faxineiro cantarolando.

Assim, ele conheceu Jon Anderson e o convidou a formarem o que viria a ser um dos maiores grupos de Rock Progressivo de todos os tempos e que influenciaria várias bandas importantes, do nipe da canadense Rush e da brasileira Mutantes, entre outras tantas.

O Yes lançou o primeiro disco a 40 anos, em 1969 (quando dividiram como Led Zeppelin o destaque de melhor banda revelação daquele ano) e hoje, dia 4 de março, Chris Squire completa 61 anos – ainda na ativa, preferencialmente com o seu baixo Rickenbacker 4001 “envenenado”.

O som grave do contrabaixo deste monstro do Rock é inconfundível e faz, literalmente, o chão tremer, durante os shows. No Rock in Rio, muitos jornalistas contam que as cabines da imprensa começaram a chacoalhar, quando Squire começou a tocar.

Pessoalmente, posso dizer que já vi 4 concertos arrasadores e emocionantes (ao mesmo tempo!) do Yes, banda que já teve diversas formações – mas sempre o mesmo baixista genial, irreverente, orgulhoso, incomparável…

Abaixo, o Yes na turnê “Union”, que contou com o aniversariante de hoje, além de: Jon Anderson (vocal), Steve Howie (guitarra), Trevor Rabin (guitarra), Rick Wakeman (teclados), Tony Kaye (teclados), Bill Brufford (bateria Simons) e Alan White (bateria acúsitica). A música é “Heart of the Sunrise”:


468x60 cds Chris Squire: monstro do Prog Rock

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