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20100815rare earth Rare Earth: Here Comes The Night

(Fonte: blog.mlive.com)

O Rare Earth foi formado em 1960 com o nome de The Sunliners e, a partir de 1968, passaram a adotar o atual nome. Um fato curioso é que os caras foram uma das primeiras bandas só de brancos a assinarem um contrato com a “Motown Records”, a famosa gravadora de Black Music que revolucionou a música Pop; certamente um dos principais motivos do interesse daquele produtora era a forte influência de Soul e Funk Music (a verdadeira!) presente no trabalho de Peter Rivera (vocal e bateria), Gil Bridges (sax e flauta), Rod Richards (guitarra), John Parrish (baixo e trombone), Kenny James (teclados) e Eddie Guzman (percussão) – este último, a partir de 1969.

Esta incrível banda também tem influências que vão do Blues ao Rock Progressivo e, apesar de ser pouco conhecida aqui no Brasil, ainda continua na ativa, graças a Deus! Contudo, da sua formação clássica apenas Gil Bridges permaneceu. Ao todo, os caras lançaram 3 discos ao vivo, 14 coletâneas e 16 álbuns de estúdio – o primeiro foi “Dreams / Answers” (1968) e o último foi “A Brand New World” (2008). Alguns sucessos da banda foram (entre regravações e músicas próprias): “Eleonor Rigby”, “Get Ready”, “I Just Want to Celebrate”, “Hey Big Brother”, “Hum Along and Dance” e “Warm Ride”.

Abaixo, a swingada “Here Comes The Night”:

20100816rare earth band Rare Earth: Get Ready

(Fonte: corporateartists.com)

Todos os que acompanham este blog sabem que eu estou longe de ser um “purista” ou um cara que rejeita totalmente as bandas dos anos 80 em diante, mas eu tenho que reconhecer que existem no “baú do Rock” algumas jóias raras que só podem ser precisamente definidas como ART ROCK. Algumas bandas dos anos 60 e 70 atingiram um grau de perfeição e sensibilidade artística que chega de verdade a destoar da imensa maioria das produções musicais – especialmente no Rock “e adjacências” – dos anos que se seguiram.

Confiram, abaixo, o Rare Earth executando ao vivo e com maestria similar a que Michelangelo demonstrava quando esculpia, por exemplo, um “David”, este clássico dos Temptations que já foi regravado também pelo Wishbone Ash :

PART I

PART II

20090526lennygirl 200x300 Lenny Kravitz 45

Hoje é aniversário do cantor, multinstrumentista, compositor, arranjador e produtor novaiorquino Lenny Kravitz. O cara manda bem no Rock n’ Roll e na Soul Music (e na mistura dos 2 estilos), passeando pelo Pop e pelos hits de FMs.

O pai de Lenny era russo e sua mãe das Bahamas e, na terra das oportunidades, o talento e a perseverança de de Lenny levaram-no a ser tetra-campeão do Grammy Awards (1999 a 2002). Com certeza o Lenny vai comemorar os 45 anos com muita mulher bonita e Rock n’ Roll!

Abaixo, uma das melhores rock songs dos últimos tempos: “Where Are we Running”, em Lisboa:

david bowie aladdin sane 2123 David Bowie é o camaleão do Rock

David Bowie nasceu em Londres em 8 de janeiro de 1947 (dia do aniversário de Elvis Presley) e começou a carreira musical em 1962 com a banda The Conrads. Ao longo da carreira, já vendeu mais de 136 milhões de discos, o que, definitivamente, não é para qualquer um. Seu disco mais conhecido é “Let’s Dance”, com Steve Ray Vaughan (guitarra) e Omar Hakim (bateria).

Idolatrado na Europa onde trabalhou até a trilha sonora do filme “Cristiane F.” e nos EUA onde já atuou como ator, em diversos filmes, este “camaleão” já passeou por diversos estilos como Rock N’ Roll, Pop, Folk, Rhythm and Blues e Soul. Também encarnou um personagem inesquecível chamado Ziggy Stardust, de 1969 a 1973.

No Brasil, Bowie só ficou conhecido pelo grande público, na década de 80, quando participou da música “Under Pressure”, do Queen. Em 1989, ele formou o Tin Machine, um grupo de Rock and Roll visceral com muita microfonia e guitarras distorcidas, quando gravou a excelente faixa “Under the God”.

Sempre na vanguarda cultural, buscando novidades, contestando, inovando e criando conceitos musicais, apoiados na sua bela voz, Bowie já veio, inclusive, ao Brasil algumas vezes: a trabalho e a passeio. Certa vez, chegando à base do Pão de Açúcar, foi impedido de furar a fila com a sua esposa e disparou contra a falta de cultura brasileira.

Abaixo, Bowie e o Tin Machine, em 1991, na Alemanha:


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