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(Fonte: tribes.tribe.net)

No site G1:
“Cantor cancelou a turnê que faria em várias cidades da Ásia.
Em 2009, Oasis também foi impedido de tocar no país.

Bob Dylan cancelou a turnê que faria na Ásia depois que o governo Chinês impediu que o cantor se apresentasse no país. Segundo informa o site da revista “NME” neste domingo (4), o artista tinha shows marcados este mês em Xangai, Seul, Pequim, Hong Kong e Taiwan, depois de passar pelo Japão.

“O ministério da cultura da China não permitiu a realização dos shows, então não tivemos alternativa a não ser cancelar a turnê no leste da Ásia”, informou o produtor da turnê, Jeffrey Wu. “A oportunidade de tocar na China era o principal interesse de Dylan”.

O produtor dos shows não explicou o que o governo chinês alegou para o veto, mas ele acredita que a última passagem de Björk pelo país deixou as autoridades mais “cautelosas”.

Em 2008, no meio de um show, a cantora islandesa incluiu o verso “declaro independência a Xangai” no meio da música “Declare independence”, faixa do álbum “Volta” (2007).
No ano passado, o Oasis também foi impedido de tocar na China por causa da ligação de alguns de seus integrantes com a campanha “Free Tibet”.’

Dylan já fez shows memoráveis por aqui em 1990, 1998 e 2008. Abaixo, o mestre Bob Dylan acompanhado dos Rolling Stones, no Rio de Janeiro, em 98, com a clássica “Like a Rolling Stone”, originiariamente do álbum ” Highway 61 Revisited” (1965):

(Fonte: morethings.com)

(Fonte: morethings.com)

Muitos consideram que o o Rock and Roll surgiu quando Chuck Berry (vocal e guitarra) e a sua banda – Johnnie Johnson (piano), Willie Dixon (baixo) e Fred Below (bateria) – juntaram o Blues e a Country Music, fazendo um som dançante e inovador, em meados da década de 50.

Berry nasceu e cresceu em Saint Louis (EUA) no dia 18 de outubro de 1926 e começou a tocar influenciado por Muddy Watters, Nat King Cole e Louis Jordan. Depois do estouro do Rock and Roll, foi ele quem influenciou os grandes nomes do gênero como Elvis Presley, Beatles, Rolling Stones, Animals e Eric Clapton, entre outros.

O guitarrista dos Stones, Keith Richards, por exemplo, foi fortemente influenciado, chegando a admitir ter copiado todos os acordes, além de muitos dos riffs do Pai do Rock and Roll. Abaixo, a clássica canção de Nat King Cole, “Route 66″, em versão envenenada:

Angus Young Forever!

Angus Young Forever!

Angus Young nasceu em Glasgow, na Escócia, no dia 31 de março de 1955 e é o líder do AC/DC, banda ícone do Hard Rock e do Heavy Metal e que já lançou 19 álbuns (o último em 2009, “Black Ice”). Esse monstro do Rock também foi eleito o melhor guitarrista do mundo pela revista Guitar Player. Nascido numa família musical, ele teve as primeiras aulas de guitarra com o seu irmão George, junto com o seu outro irmão e co-fundador do AC/DC, Malcom.

Pouco tempo após sua família se mudar para a Austrália, em 1963, ele comprou a sua primeira (de muitas!) Gibson SG, uma guitarra que acabou se tornando uma espécie de “marca registrada” deste “guitar heroe”. O aniversariante do dia foi fortemente influenciado no início de sua carreira por Chuck Berry, Muddy Waters e Rolling Stones, entre outros.

Em 1973, Angus e Malcom formaram o AC/DC (que significa Corrente Alternada/Corrente Contínua, em inglês) e seriam os únicos integrantes presentes em todas as gravações do grupo. Angus não gostava nada da escola e, ironicamente, escolheu viver um personagem no palco: um colegial de uniforme que parece estar eletrificado tocando deitado, rolando, correndo etc.

Angus Young influenciou vários guitarristas de Rock como Billy Duffy (The Cult) e Slash (ex-Guns n’ Roses) e a sua banda vendeu milhões de discos mundo afora. O maior clássico do AC/DC é “Back in Black”, faixa do álbum homônimo que vendeu mais de 40 milhões de cópias, tornando-se o quinto disco mais vendido da história da música. A banda já veio ao Brasil em 1985 e é aguardada a confirmação de shows dos caras por aqui, esse ano.

Abaixo, “Angus in Rio”, num show para cerca de 500.000 pessoas:


Britney Spears

Britney Spears

Quem nunca sonhou em se tornar rico e famoso, fazendo apenas o que mais gosta? A vida de uma celebridades é refletida pelas lentes tortas da mídia como se fosse um conto de fadas repleto de glamour, carrões, aviões, viagens e inúmeros pararicos.

No entanto, para conseguir manter esse estilo de vida também são necessários talento, profissionalismo e dedicação aos projetos os quais, cada vez mais, demandam muito tempo e dinheiro. Esses projetos também envolvem dezenas ou centenas de anônimos, todos direta ou indiretamente dependentes das estrelas principais.

Contratos são assinados em nomes dos artistas por empresários e produtores e os célebres são obrigados a cumprir. A carga de stress acumulada é muito maior do que a suportada por uma pessoa comum quando esta é obrigada a trabalhar, mesmo sem condições físicas, mentais ou emocionais.

O problema se agrava quando essas estrelas são reveladas (e postas para trabalhar) cada vez mais novas: na infância ou na adolescência. Muitos só conhecem o “lado negro” da vida de celebridade quando descobrem que já não podem ir a um supermercado sozinhos, ou nem mesmo namorar num cinema.

O sonho muitas vezes pode virar um pesadelo quando, em troca de tudo o que o artista ganha – dinheiro, fama e veneração (ou puxa-saquismo) – o preço que o show-business cobra é alto demais: o fim da liberdade.
Abaixo, Britney Spears “reinventa” o clássico do Rock n’ Roll “Satisfaction”, dos Rolling Stones na introdução de “Oops…I Did it Again”:

ATENÇÃO: ESTE VÍDEO NÃO CONTÉM ROCK N’ ROLL


Jimmy Page fez 65 anos

Jimmy Page fez 65 anos

Jimmy Page nasceu em Londres, no dia 9 de janeiro de 1944 e ficou mundialmente conhecido como guitarrista da super-banda Led Zeppelin. Muito técnico e habilidoso, Jimmy expandiu os riffs e as escalas da guitarra do Rock n’ Roll, como nunca ninguém havia feito, criando o embrião do Hard Rock e do Heavy Metal. Influenciou gente como Slash (ex-Guns N’ Roses), Tom Morello (R.A.T.M.) e Billy Duffy (The Cult).

Precoce, Jimmy fez os seus primeiros acordes aos 12 anos e iniciou sua carreira profissional aos 14, gravando um single num estúdio com a banda The Crusaders. Antes, ainda amador, já era habitué dos palcos da lendária casa de shows The Marquee, tocando com diversas bandas e com os já famosos Eric Clapton e Jeff Beck. Alguns anos após, já era um conceituado músico de estúdio.

Durante a década de 60, Jimmy gravou com os Rolling Stones e The Who (cujo baterista, Keith Moon, seria o autor do nome da futura banda: “Led Zeppelin”). Em 1966, ele entra para o Yardbirds, banda que era a maior sensação do meio roqueiro na Inglaterra e cujos shows eram abertos por nada menos do que os Beatles e os Stones. Inicialmente tocou baixo e depois passou a dividir os solos de guitarra com Jeff Beck.

Com o fim do Yardbirds (cujo vocalista morreu eletrocutado no palco), Page criou o New Yardbirds que, pouco depois passou a se chamar Led Zeppelin. Nesta banda, pôde experimentar, ousar e fluir toda a sua criatividade, tocando guitarra até com um arco de violino. No auge do sucesso, morou num castelo, onde as “groupies” dormiam na porta do quarto, esperando a vez de namorar com o ídolo. Também mexeu com ocultismo.

Após a morte do baterista do Led, John Bonham, e do consequente fim da banda, “O Mago” trabalhou em diversos projetos como a banda The Firm (com o vocalista Paul Rogers), um CD com David Coverdale (do Whitesnake), a trilha sonora do filme “Desejo de Matar-III”, uma turnê e um disco com a banda Black Crows etc. Atualmente, Jimmy é fundador e apóia a ONG “The Action For Brazil Children Trust” (“ABC Trust”), junto com a mulher:

http://www.abctrust.org.uk/language.html

Abaixo, Jimmy no auge da forma com sua Gibson Les Paul e seus amplificadores Marshall, acompanhado de Robert Plant (vocal), John Paul Jones (baixo) e John Bonham (bateria), num momento mágico! “Whole Lotta Love” com o Led Zeppelin:


Essa é a melhor música dos Stones. Trinta anos atrás:



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