A Escócia sempre foi pródiga contribuidora para o universo do Rock. Foi de lá que vieram: Dire Straits, Franz Ferdinand, Simple Minds, Big Country, Edwyn Collins, Shirley Manson (vocalista do Garbage), os irmãos Malcom e Angus Young (AC/DC), além da banda Pós Punk Cocteau Twins. Esta é uma banda muito interessante;
A viagem sonora começou quando Elizabeth Fraser (vocal), Robin Guthrie (guitarra) e Will Heggie (baixo) se juntaram e iniciaram um mergulho rumo ao “Inonsciente do Rock”, criando um som hipnótico obtido através da beleza e originalidade psicodélica de suas melodias.
Liz Fraser é uma cantora verdadeiramente fora-de-série. Além de escrever grande parte das letras, possui um estilo único de vocalização que, somado a sua maneira enigmática de cantar (suas frases são quase indecifráveis) a tornam, de certa forma, o coração dessa banda.
O som levitante que Robin Guthrie tira de sua guitarra compõe a aura “mágica” do grupo; a alma da banda. Simon Raymonde subsituiu o baixista original, em 1984, e também se tornou o principal letrista do grupo; seria portanto, a mente. Abaixo, Crushed:
Hoje é o aniversário de Robert Smith, do The Cure, que sempre impressionou as platéias não só pelo talento como também pelo seu estilo Dark. O visual pálido, os olhos profundos e o timbre de voz combinam com os sons de sua guitarra Gretsch Silver Falcon.
Smith nasceu no dia 21 de abril de 1959 numa família católica e incentivadora da arte, em Blackpool (GB). Teve uma adolescência problemática mas se encontrou na música, aderindo ao movimento Punk. Em 1976, formou o Malice que iria se chamar The Cure (futuro ícone do Gotic Rock).
O grupo já vendeu dezenas de milhões de discos e, em 2005, Robert foi agraciado individualmente com um prêmio Ivor Novello pelo seu estatuto internacional. Bob Smith é casado com Mary Pool desde 1988 e é o único integrante do The Cure constante em todos os álbuns da banda.
Abaixo, The Cure e o aniversariante do dia cantando e solando com a sua Gretsch Silver Falcon, levando “Bloodflowers”, faixa do álbum homônimo (2000). São acompanhados por Simon Gallup (baixo), Jason Cooper (bateria), Perry Bamonte (guitarra) e Roger O’Donnell (teclado):
Em 2002, Ian Astbury (vocal ), Ray Manzarek (teclado), John Desmore (guitarra) e Stewart Copeland (bateria) formaram o The 21st Century Doors para tocarem os clássicos do The Doors. Copeland saiu logo no início do projeto e Ian voltou para o Cult. Contudo, a banda continua na ativa com o nome The Doors (Riders of the Storm), agora com Brett Scallions no vocal.
De acordo com a concepção budista, o Nirvana seria uma superação do apego aos sentidos e da ignorância e a superação da existência, que é pura ilusão.
NIRVANA
“Eu flutuo dia e noite, a maior parte do tempo
Até pendurar minha tristeza em um prego em sua parede
Choveu flores quando a música começou
O amor (está) em toda parte quando a música é alta
A cada dia, Nirvana
Sempre assim
Gostaria que todos os dias fossem como Nirvana
Sempre assim
Não estou procurando garotas
Ou emoções baratas e pílulas
Sempre assim
Gostaria que todos os dias fossem como Nirvana
Sempre assim, a cada dia
Como o sol Nirvana
Sempre assim”
(Ian Astbury)
Abaixo, Ian Astbury (vocal), Billy Duffy (guitarra solo), Jamie Stewart (guitarra base), Kid Chaos (baixo) e Les Warner (bateria) com a música que abre o clássico disco “Love” (1985):
Peter Murphy diz que é um vampiro. Ele é o vocalista da banda britânica gótica, Bauhaus, que recentemente voltou a fazer shows, depois de terem se separado no final da década de 80. Os outros integrantes do Bauhaus mais parecem com zumbis e fizeram sucesso com o trio Love and Rockets que também é uma boa banda e tem sons de primeira linha.
Este é um vídeo do pálido roqueiro Murphy em carreira solo.
Cuidado para não se cortarem ou o Peter pode ficar com sede!
Bêba uma cervejinha, bem vindo à festa do dia das bruxas do rock and roll!