Show completo do Metallica no Rock in Rio 2011:
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Show completo do Metallica no Rock in Rio 2011
Metallica: “Seek and Destroy” no Rock in Rio Madrid 2010
“Metallica encerra Rock in Rio na Espanha
‘É genial vê-los novamente, estamos agradecidos de voltar a Madri’, disse aos fãs o veterano vocalista do grupo americano de heavy metal, James Hetfield, em Arganda del Rey, uma localidade situada a cerca de 20 km de Madri
Com um show para 48 mil pessoas, o grupo Metallica encerrou nesta segunda-feira à noite o festival Rock in Rio, realizado na localidade espanhola de Arganda del Rey, indicaram os organizadores (…)”
Metallica com “Seek and Destroy”, ontem, no Rock in Rio Madrid 2010:

Ontem, a Disney anunciou a compra da Marvel por US$ 4 bilhões e muitos fãs dos épicos super-heróis ficaram preocupados com uma possível padronização dos personagens – talvez estivessem temendo a entrada do Super-Pateta nos Vingadores, sei lá.
Contudo, até mesmo Stan Lee, o co-criador de diversos personagens – Hulk, Thor, Capitão-América etc, além do uniforme do Homem-Aranha -, aprovou a “Disneyficação” dos clássicos personagens Marvel.
No site G1:
“Stan Lee, co-autor de muitos dos mais famosos personagens da Marvel, aprovou a aquisição da empresa pela Disney e dissipou temores de que o conglomerado do entretenimento possa enfraquecer a mitologia das HQs..”
Abaixo, James Hetfield (vocal e guitarra), Lars Ulrich (bateria), Kirk Hammett (guitarra) e Robert Trujillo (baixo) no Metallica, com o clássico do Black Sabbath, “Iron Man”:
“Blizzard of Ozz”: o disco mais polêmico da história do Rock
No mundo artístico são comuns as brigas judiciais que podem surgir por plágio, disputas autorais, indenizações etc. Mas até que ponto um artista pode ser responsabilizado sobre as possíveis influências e os efeitos de uma obra polêmica? Esta é sem dúvida uma questão intrigante e que já gerou muito pano-pra-manga, como vocês verão.
Em setembro de 1980 Ozzy Osbourne lançava o seu primeiro álbum solo, após sair do Black Sabbath, “Blizzard of Ozz” (um trocadilho com “The Wizzard of Oz” – ou “O Mágico de Oz”), que vendeu só nos EUA mais de 4 milhões de cópias e continha músicas que se tornariam clássicos do Heavy Metal como “Crazy Train” e “Mister Crowley”.
O excelente disco trouxe também a mais polêmica canção da história do Rock: “Suicide Solution”, feita a partir de riffs do grande guitarrista Randy Roads, com letra do baixista Bob Daisly. Fazia alusão ao alcoolismo que consumia Osbourne e que havia vitimado o vocalista do AC/DC, Bon Scott. A palavra “solution” (“solução”) estava empregada com significado de substância, no caso o álcool.
Tudo ia bem, até que em outubro de 1984 o adolescente John McCollum se suicidou com um tiro na cabeça, aos 19 anos, após ouvir a canção. Os pais do jovem levaram Ozzy e a CBS Records aos tribunais, em janeiro de 1986, alegando que “solution” significaria “resolver um problema”. A acusação queria responsabilizar o cantor e a gravadora por “encorajar comportamento auto-destrutivo”.
No entanto, a defesa conseguiu provar que John sofria de depressão e fora negligenciado, além disso a “Primeira Emenda” Constitucional garante a todos os cidadãos total liberdade de expressão nos Estados Unidos. A Justiça deu ganho de causa para Ozzy e a CBS. Ponto para a democracia.
Mas não acabou por aí; outro jovem fanático por Metal atirou contra a própria cabeça com uma espingarda calibre 22. Os pais processaram novamente Ozzy, além das bandas favoritas do adolescente: Black Sabbath, AC/DC, Judas Priest e Motley Crue. É claro que o alvo principal foi a banda de Osbourne e “Sucicide Solution”, outra vez.
Nova vitória da Constituição americana e da liberdade de expressão. Só que em 1986 o baixista Bob Daisley e o baterista Lee Kerslake processaram mais uma vez Ozzy Osbourne, desta vez requerendo direitos autorais sobre dois discos: “Blizzard of Ozz” e “Diary of a Madman”. O “Senhor das Trevas” desta vez perdeu a batalha jurídica.
Relançados em 2002, os dois discos foram re-mixados com dois novos músicos, Robert Trujillo (baixo) e Mike Bordin (bateria), o que causou revolta em muitos fãs de longa data, que alegaram que nada fora informado nos créditos dos CDs.
Abaixo, Ozzy leva “Sucide Solution” com Randy Rhoads, (guitarra), Rudy Sarzo (baixo) e Tommy Aldridge (bateria):









