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rudy sarzo quiet riot Quiet Riot: Metal Health

Rudy Sarzo no Quiet Riot (celebrityrockstarguitars.com)

Formado em 1973, o Quiet Riot demorou uma década para tornar-se um grupo mundialmente famoso. Passadas diversas formações, com entradas e saídas de vários integrantes, entre eles o grande guitarrista Randy Rhoads – que saiu e foi tocar com Ozzy -, em 1983, o Riot lançou o álbum “Metal Health”, que trazia pérolas como a canção título e a clássica “Cum on Feel the Noize”, cover do Slade.

Após dois álbuns de relativo sucesso, “Condition Critical” (1984) e “Quiet Riot III” (1986), banda acabou se separando após a saída do incrível baixista Rudy Sarzo – que também foi tocar com Ozzy. Houve duas tentaivas de reconciliação em 1993 e 1997, mas, após a morte do vocalista Kevin DuBrow, a banda se separou novamente. Finalmente, em 2010, o baterista Frankie Banali reuniu o Quiet Riot mais uma vez. O Riot permanece na ativa até hoje.

No link abaixo, Kevin DuBrow (vocal), Carlos Cavazo (guitarra), Rudy Sarzo (baixo) e Frankie Banali (bateria) com “Metal Health”:

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Rudy Sarzo: livre

Ontem falei de Ozzy Osborne e dos problemas que o Rei do Heavy Metal teve para defender o seu direito de se expressar livremente. Ainda bem que no mundo livre, a separação dos 3 poderes e o respeito à democracia permitem que os artistas tenham total independência para dizerem o que pensam, sobre o que quiserem.

U2, Madonna, Sex Pistols, Neil Young, The Clash, Marilyn Manson ou Bob Dylan jamais seriam o que são sem essa liberdade. O grande baixista de Heavy Metal e Hard Rock, Rudy Sarzo (ex-Ozzy, Quiet Riot, Whitesnake etc), que atualmente toca com Dio, nasceu em Cuba, fugiu com seus pais ainda criança para os EUA e disse:

“Uma das coisas que mais me dão prazer no Rock é o sentimento de liberdade que tenho quando ouço ou quando toco isso. Se vocês derem uma olhada na história dos países comunistas, o Rock está no topo da lista das músicas proibidas. Eu estive tocando em países que foram da Cortina de Ferro e pude ver e compartilhar com fãs, que antes apenas podiam sonhar com aquele momento. Eu nasci num país que se tornou comunista quando eu era uma criança, então, para mim, o Rock representa a liberdade de expressão que eu pude desfrutar, desde que minha família veio para os EUA, em 1961″.

Leia mais no site Dmme.net.

Abaixo, Ronnie James Dio (vocal) com Rudy Sarzo (baixo), Simon Wright (bateria), Doug Aldrich (guitarra) e Scott Warren (teclados) levando o sucesso do Rainbow “Long Live Rock n’ Roll”:


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ozzy osbourne preso Blizzard of Ozz: o disco mais polêmico da história do Rock

No mundo artístico são comuns as brigas judiciais que podem surgir por plágio, disputas autorais, indenizações etc. Mas até que ponto um artista pode ser responsabilizado sobre as possíveis influências e os efeitos de uma obra polêmica? Esta é sem dúvida uma questão intrigante e que já gerou muito pano-pra-manga, como vocês verão.

Em setembro de 1980 Ozzy Osbourne lançava o seu primeiro álbum solo, após sair do Black Sabbath, “Blizzard of Ozz” (um trocadilho com “The Wizzard of Oz” – ou “O Mágico de Oz”), que vendeu só nos EUA mais de 4 milhões de cópias e continha músicas que se tornariam clássicos do Heavy Metal como “Crazy Train” e “Mister Crowley”.

O excelente disco trouxe também a mais polêmica canção da história do Rock: “Suicide Solution”, feita a partir de riffs do grande guitarrista Randy Roads, com letra do baixista Bob Daisly. Fazia alusão ao alcoolismo que consumia Osbourne e que havia vitimado o vocalista do AC/DC, Bon Scott. A palavra “solution” (“solução”) estava empregada com significado de substância, no caso o álcool.

Tudo ia bem, até que em outubro de 1984 o adolescente John McCollum se suicidou com um tiro na cabeça, aos 19 anos, após ouvir a canção. Os pais do jovem levaram Ozzy e a CBS Records aos tribunais, em janeiro de 1986, alegando que “solution” significaria “resolver um problema”. A acusação queria responsabilizar o cantor e a gravadora por “encorajar comportamento auto-destrutivo”.

No entanto, a defesa conseguiu provar que John sofria de depressão e fora negligenciado, além disso a “Primeira Emenda” Constitucional garante a todos os cidadãos total liberdade de expressão nos Estados Unidos. A Justiça deu ganho de causa para Ozzy e a CBS. Ponto para a democracia.

Mas não acabou por aí; outro jovem fanático por Metal atirou contra a própria cabeça com uma espingarda calibre 22. Os pais processaram novamente Ozzy, além das bandas favoritas do adolescente: Black Sabbath, AC/DC, Judas Priest e Motley Crue. É claro que o alvo principal foi a banda de Osbourne e “Sucicide Solution”, outra vez.

Nova vitória da Constituição americana e da liberdade de expressão. Só que em 1986 o baixista Bob Daisley e o baterista Lee Kerslake processaram mais uma vez Ozzy Osbourne, desta vez requerendo direitos autorais sobre dois discos: “Blizzard of Ozz” e “Diary of a Madman”. O “Senhor das Trevas” desta vez perdeu a batalha jurídica.

Relançados em 2002, os dois discos foram re-mixados com dois novos músicos, Robert Trujillo (baixo) e Mike Bordin (bateria), o que causou revolta em muitos fãs de longa data, que alegaram que nada fora informado nos créditos dos CDs.

Abaixo, Ozzy leva “Sucide Solution” com Randy Rhoads, (guitarra), Rudy Sarzo (baixo) e Tommy Aldridge (bateria):


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