Esse vídeo é uma porrada e começa com uma levada meio “New Bossa”, passando para um rock n’ roll e culminando com excelente duelo entre os grandes “bateras”, Dave Grohl (ex-Nirvana) e Taylor Hawkins (ex-banda da Alanis Morissette), durante a apresentação do Foo Fighters, no Rock in Rio III (2001)- o último na Cidade do Rock:
De acordo com a concepção budista, o Nirvana seria uma superação do apego aos sentidos e da ignorância e a superação da existência, que é pura ilusão.
NIRVANA
“Eu flutuo dia e noite, a maior parte do tempo
Até pendurar minha tristeza em um prego em sua parede
Choveu flores quando a música começou
O amor (está) em toda parte quando a música é alta
A cada dia, Nirvana
Sempre assim
Gostaria que todos os dias fossem como Nirvana
Sempre assim
Não estou procurando garotas
Ou emoções baratas e pílulas
Sempre assim
Gostaria que todos os dias fossem como Nirvana
Sempre assim, a cada dia
Como o sol Nirvana
Sempre assim”
(Ian Astbury)
Abaixo, Ian Astbury (vocal), Billy Duffy (guitarra solo), Jamie Stewart (guitarra base), Kid Chaos (baixo) e Les Warner (bateria) com a música que abre o clássico disco “Love” (1985):
Kurt Cobain partiu mas a sua música permanecerá para sempre. Um dos projetos idealizados por Kurt foi um vídeo com material coletado em vários países contendo, inclusive, músicas que não estão nos 3 CDs mais conhecidos da banda (“Bleech” , “Nevermind” e “In Utero”): “Nirvana Live! Tonight! Sold Out!!” (2006 em formato DVD).
“Apesar de ser mais um vídeo do tipo “cata-cata”, o material coletado aqui tem seu valor. Primeiro porque, segundo consta, foi idealizado por Kurt Cobain, que não teve tempo de finalizá-lo, e depois, porque flagra o Nirvana como (talvez) a última banda planetariamente estourada naquele formato antigo de se gravar disco com contrato assinado com gravadora e fazer sucesso. Para os brasileiros, um gostinho a mais: há cenas das apresentações que a banda fez por aqui em 1993, dentro do Hollywood Rock, no Rio (não creditadas) e em São Paulo, além de entrevistas concedidas à MTV – quando esta tinha jornalismo…”