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Rock in Rio Madrid

No jornal El País (Espanha):

“Un fin de fiesta muy ‘heavy’

Era el cierre de un festival que ha contado con 250.000 asistentes en cinco días (algo menos que en 2008, según las primeras aproximaciones). Hemos aprendido, musicalmente, varias lecciones en el Rock in Rio 2010: que Jon Bon Jovi, a sus 48 años, sigue siendo un tipo guapo y con buena voz. Que Miley Cyrus, con apenas 17 y con su nueva faceta sexy, sabe cómo sorprender a hijos y a padres, aunque sus canciones flojeen más que una reposición de La casa de la pradera. Que el cuarto día parecía más Rock in Río 93 (tanto Rage Against the Machine como Cypress Hill y Jane’s Adicction publicaron sus mejores discos antes de 1993). Y que Shakira bailó y cantó mejor que Rihanna (aunque la segunda le ganó en peticiones en el camerino). Ya se ha anunciado que habrá Rock in Rio en 2012, lo que confirma que el modelo Rock in Rio -en el que las instalaciones musicales y extramusicales superan al resto de festivales, gracias a la inversión publicitaria- ha llegado a España para quedarse. No es ni mejor ni peor festival que los demás, simplemente es completamente distinto.”

“Going to Brazil”
(Kilmister, Ian Fraser, Taylor, Campbell, Philip, Burston e Michael)

Here we go again, on a 747,
Looking at the clouds from the other side of heaven,
Smoking & drinking, never gonna stop,
Reading magazines, stop me looking at the clock,
Wanna watch the movie, can´t keep still,
Flying down to Rio, going to Brazil,

Watching all the roadcrew attacking little girls,
Joined the mile high club, goin´ round the world,
All the booze is free, airline going broke,
Here come the lady with another jack and coke,
Wanna watch the movie, can´t keep still,
Flying down to Rio, going to Brazil,

Steve, Clem, Hobbsy, John, Crazy Dil & Pappy,
Had to travel second class, they ain´t too fucking happy,
Elevator music, butter in my ears,
Think we´re gonna die, just the pilot changing gear,
Wanna watch the movie, can´t sit still,
Flying down to Rio, going to Brazil.


B'52

B'52

E prossegue a temporada de grandes atrações internacionais, no Brasil, hoje, com shows do B’52 e Motörhead, em São Paulo. Os grupos se apresentam, respectivamente: CREDICARD HALL e Via Funchal.

Do site G1:

“Duas bandas “filhas” do punk dividem as escolhas do público de São Paulo neste sábado (18). De um lado, o Motörhead, liderado pelo lendário baixista barbudo Lemmy Kilmister. Apesar de ser uma das mais influentes bandas do metal, o grupo foi muito influenciado pelo punk inglês, dividindo o palco com os Adverts e o Damned, entre outras bandas punk.

Lemmy chegou a tocar baixo no último grupo, e já disse que o Motörhead tem mais a ver com o Damned do que com os headbangers do Judas Priest – Kilmister chegou a homenagear os pais do punk Ramones com a música “R.A.M.O.N.E.S.”. O Motörhead se apresenta no Via Funchal, com ingressos que variam entre R$ 120 e R$ 200.”

Leia mais clicando aqui.

Abaixo, uma homenagem ao B’52 que volta ao Brasil, pela segunda vez, depois dos excelentes shows no Rock in Rio de 1985, tocando “Rock Lobster”, ao vivo, com destaque para os vocais das cantoras Kate Pierson e Cindy Wilson, além da categoria da guitarra, no melhor estilo New Wave, de Keith Strickland ex-baterista e substituto do saudoso Ricky Wilson:


Phil Campbell (guitarra) e Lemmy Kilmister (baixo e vocal) são fãs do AC/DC

Phil Campbell (guitarra) e Lemmy Kilmister (baixo e vocal) são fãs do AC/DC

A lista de fãs de Angus Young e sua banda é infinita. É como disse o excelente blogueiro catarinense, Daniel Silva, do “Estética Musical“: “e quem não é fã de AC/DC?”.

Aguardamos ansiosamente a confirmação do retorno do AC/DC ao Brasil e, assim que soubermos, divulgaremos qualquer novidade a esse respeito aqui no blog. Para quem não aguenta esperar e quiser curtir um ótimo show de Rock n’ Roll, com os clássicos de Angus Young e cia, a dica é o show do Rising Power, uma competente banda cover do AC/DC, que se apresentará no dia 10 de abril, sexta feira no Delta Blues, em Campinas.

Abaixo, o Motörhead também presta sua homenagem ao AC/DC com o classic rock, “It’s a Long Way to the Top”:



Rodolfo antes da conversão

Rodolfo antes da conversão

Digão (guitarra) e Rodolfo (vocal) eram vizinhos em Brasília, no final da década de 80, e decidiram montar uma banda cover do Ramones. Digão tocou bateria até ser obrigado a trocar de instrumento, por problemas auditivos. Canisso (baixo) entrou logo depois e os caras passaram a tocar suas próprias composições, cheias de bom humor.

O Raimundos lançou a primeira fita demo em 1993, já com Fred (bateria) e começou a abrir shows de Titãs, Camisa de Vênus e Ratos de Porão. Em 1994 lançaram o primeiro CD (Raimundos) pelo selo Benguela, do Titãs, e vendeu mais de 150.000 cópias – destaque para “Puteiro em João Pessoa” que misturava Rock n’ Roll, Hardcore, palavrões e sotaque nordestino “arretado”.

“Eu Quero é Ver o Oco” com riffs de guitarra pesados e uma letra agressiva foi o carro-chefe de “Lavô Tá Novo” (1995). Acabou virando um “hino” entoado a plenos pulmões pelos fãs, durante os shows. O sucesso e a popularidade da banda foram aumentando, a medida que participavam de importantes festivais como o Hollywood Rock, abrindo shows do Iron Maiden e Motorhead.

O álbum “Lapadas do Povo” (1997), gravado em Los Angeles, teve como destaque a canção “Pequena Raimunda”. Já o disco “Só no Forévis” (1999) trouxe o hit “A mais Pedida”, talvez o maior sucesso comercial do grupo juntamente com “Mulher de Fases” – do mesmo disco e lançanda em duas versões bem legais: uma Hardcore e uma Country.

Depois lançaram um CD duplo, “MTV, ao Vivo” (2000), outro sucesso.
Tudo ia bem para os fãs da melhor banda dos anos 90 até que Rodolfo converteu-se ao protestantismo e decidiu que iria mudar de vida, radicalmente. Para ele não fazia mais sentido cantar aquelas músicas recheadas de palavrões e pornografia, pois sentia-se um novo homem.

A banda seguiu em frente sem o carismático vocalista, agora com Digão no vocal, até que Canisso deixou a banda. A partir daí, outros músicos chegaram como Marquim e Caio, mas nada seria como antes. Acabou-se o encanto. Rodolfo formou o Rodox, que gravou dois CDs e acabou, em 2004. Hoje, ele canta Gospel e já lançou 2 CDs. Abaixo, “Puteiro em João Pessoa”:


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