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20090812who cares a lot 300x300 A Banda Faith No More no Brasil

E por falar em “facada” (ver o post do dia 10/09)…no site G1:

“Tecladista do Faith No More confirma show no Brasil pelo Twitter

Roddy Bottum diz que a banda se apresentará em SP em novembro.
Show será no festival Maquinaria – ingressos custam até R$ 450.

O roqueiro Roddy Bottum, tecladista do Faith No More, confirmou uma apresentação da banda no Brasil em seu Twitter.

Em post publicado nesta terça-feira (11), o músico diz que o grupo fará um show no Maquinaria Festival, em São Paulo, no dia 7 de novembro. Segundo ele, os ingressos começam a ser vendidos na próxima sexta (14).

Em comunicado enviado nesta terça à imprensa, a assessoria de comunicação do festival afirma que o evento acontecerá na Chácara do Jockey, onde as atrações serão divididas em dois palcos.

Os ingressos custam R$ 200 (pista) e R$ 450 (pista vip)…”

A atual formação: Mike Patton (vocal), Mike Bordin (bateria), Billy Gould (baixo), Roddy Bottum (teclados) e Jon Hudson (guitarra).
Abaixo, “From out of Nowhere” faixa dos álbum “The Real Thing” (1989) e “Who Cares a Lot?” (1998), ao vivo:

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ozzy osbourne preso Blizzard of Ozz: o disco mais polêmico da história do Rock

No mundo artístico são comuns as brigas judiciais que podem surgir por plágio, disputas autorais, indenizações etc. Mas até que ponto um artista pode ser responsabilizado sobre as possíveis influências e os efeitos de uma obra polêmica? Esta é sem dúvida uma questão intrigante e que já gerou muito pano-pra-manga, como vocês verão.

Em setembro de 1980 Ozzy Osbourne lançava o seu primeiro álbum solo, após sair do Black Sabbath, “Blizzard of Ozz” (um trocadilho com “The Wizzard of Oz” – ou “O Mágico de Oz”), que vendeu só nos EUA mais de 4 milhões de cópias e continha músicas que se tornariam clássicos do Heavy Metal como “Crazy Train” e “Mister Crowley”.

O excelente disco trouxe também a mais polêmica canção da história do Rock: “Suicide Solution”, feita a partir de riffs do grande guitarrista Randy Roads, com letra do baixista Bob Daisly. Fazia alusão ao alcoolismo que consumia Osbourne e que havia vitimado o vocalista do AC/DC, Bon Scott. A palavra “solution” (“solução”) estava empregada com significado de substância, no caso o álcool.

Tudo ia bem, até que em outubro de 1984 o adolescente John McCollum se suicidou com um tiro na cabeça, aos 19 anos, após ouvir a canção. Os pais do jovem levaram Ozzy e a CBS Records aos tribunais, em janeiro de 1986, alegando que “solution” significaria “resolver um problema”. A acusação queria responsabilizar o cantor e a gravadora por “encorajar comportamento auto-destrutivo”.

No entanto, a defesa conseguiu provar que John sofria de depressão e fora negligenciado, além disso a “Primeira Emenda” Constitucional garante a todos os cidadãos total liberdade de expressão nos Estados Unidos. A Justiça deu ganho de causa para Ozzy e a CBS. Ponto para a democracia.

Mas não acabou por aí; outro jovem fanático por Metal atirou contra a própria cabeça com uma espingarda calibre 22. Os pais processaram novamente Ozzy, além das bandas favoritas do adolescente: Black Sabbath, AC/DC, Judas Priest e Motley Crue. É claro que o alvo principal foi a banda de Osbourne e “Sucicide Solution”, outra vez.

Nova vitória da Constituição americana e da liberdade de expressão. Só que em 1986 o baixista Bob Daisley e o baterista Lee Kerslake processaram mais uma vez Ozzy Osbourne, desta vez requerendo direitos autorais sobre dois discos: “Blizzard of Ozz” e “Diary of a Madman”. O “Senhor das Trevas” desta vez perdeu a batalha jurídica.

Relançados em 2002, os dois discos foram re-mixados com dois novos músicos, Robert Trujillo (baixo) e Mike Bordin (bateria), o que causou revolta em muitos fãs de longa data, que alegaram que nada fora informado nos créditos dos CDs.

Abaixo, Ozzy leva “Sucide Solution” com Randy Rhoads, (guitarra), Rudy Sarzo (baixo) e Tommy Aldridge (bateria):


468x60 cds Blizzard of Ozz: o disco mais polêmico da história do Rock

Muitos comentaristas escreveram reclamando que os dois bateristas do post “O melhor batera do mundo é cego” não são roqueiros. É verdade!, Stevie Wonder é um baterista eventual e começou a sua carreira fazendo R & B para depois se tornar o Rei do Pop. No entanto, Buddy Rich, como eu já disse, foi o ídolo de Carl Palmer e de Neil Peart, dois dos maiores bateristas de Rock de todos os tempos.

A minha intenção neste blog é divulgar vídeos interessantes e legais que tenham a ver com o Rock e sua história. Só podemos entender bem o presente e tentarmos prever o futuro, se olharmos antes para o passado.

Contudo, a pedidos, aqui vai um vídeo da banda canadense, Rush, formada por Geddy Lee (baixo, teclados e vocal), Alex Lieffeson (guitarra) e Neil Peart (bateria e percussão) Deixem a caça às bruxas (witch hunt) para os pagodeiros e funkeiros!

Para a galera do Metal (afinal,não poderia faltar né?); Ozzy Osbourne (vocal), Zakk Wilde (guitarra), Robert Trujillo (baixo) e Mike Bordin (bateria) com “Bark at The Moon”, ao vivo:


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