jan 18 2010

Marillion: “Easter”

Editor

(Fonte: musicstack.com)

O vocalista original e principal integrante do Marillion, Fish, deixou o grupo em 1987 e partiu para uma vitoriosa carreira solo. Os fãs ficaram tristes e acharam que isso significaria o fim da banda que havia trazido o Prog Rock de volta ao centro da cena musical.

Contudo, os integrantes remanecentes convocaram o vocalista Steve Hogarth, em 1989. Logo em seguida, gravaram o disco “Seasons End” e saíram em turnê que incluiu o Brasil, no saudoso festival Hollywood Rock, em janeiro de 1990.

Durante o show no Brasil, o vocalista desligou o microfone sem fio, colocou-o no bolso, e subiu os andaimes de sustentação do palco e, lá de cima, sob os olhares assustados do público e da produção, continou a interpretação da música “Kayleigh”, o maior hit do grupo. Inesquecível.

Até nisso o Marillion foi fiel, platonicamente, ao seu grupo inspirador, o Genesis, e passou também a mesclar incredientes de Pop Music ao virtuosismo musical dos seus integrantes. A banda continua na atividade até hoje. Abaixo, o Marillion com Steve Hogarth e a belíssima canção “Easter”:


jan 16 2010

Marillion: “Cinderella Search”

Editor

(Fonte: arabic.jowhar.com)

O Marillion sofreu uma enorme influência do Genesis e de Peter Gabriel, principalmente quando ainda contava com o gigante Fish, nos vocais. Chega até a emocionar ouvir um Rock Progressivo de alta qualidade. Confiram:


jan 15 2010

“Misplaced Childhood”, Clássico do Prog Rock

Editor

(Fonte: ciadacultura.com.br)

Um dos melhores discos da década de 80 e da história do Rock Progressivo foi o temático “Misplaced Childhood”, da banda britânica, Marillion. Notadamente, pelo primoroso Lado 1 do LP que trazia as faixas:

1-”Pseudo Silk Kimono”
2-”Kayleigh”
3-”Lavender”
4-”Bitter Suite”
5- “Heart of Lothian”

Essas 5 músicas funcionam como um único tema, uma canção só. No entanto, somente a balada “Kayleigh” tocava nas rádios, tornando-se um sucesso mundial e alcançando as primeiras posições das músicas mais tocadas, em 1985, em diversas rádios. Abaixo, em 2 vídeos você confere a qualidade e a competência do Marillion:


set 26 2009

Rick Wakeman: “Guinevere”

Editor
(Fonte: news.superiorpics.com)

(Fonte: news.superiorpics.com)

“Por Hardy Saddy:

O Rock Progressivo surgiu da intenção de alguns artistas em transformar o Rock em arte e, para isso, muitos foram buscar inspiração em outros estilos musicais; nos improvisos do Jazz (Jean Luc Ponty, ), Música Medieval (Gênesis, Jethro Tull e depois Marillion) no virtuosismo da Música Clássica (Yes e Rick Wakweman) etc.

Influenciados também pelo experimentalismo – sonoro e tecnológico – de grupos como Beatles e Beach Boys, essas bandas foram as que mais longe estenderam o horizonte criativo, as mais ousadas; mais do que qualquer outra na história do Rock, depois dos Beatles, é claro.

Os primeiros discos de Prog Rock que eu aprendi a gostar foram do tecladista britânico, Rick Wakeman, um gênio. Além de grande compositor, Wakeman foi um dos 3 primeiros tecladistas do rock – ao lado de Jon Lord (Deep Purple) e Keith Emerson (Emerson Lake & Palmer) – que despontou nos anos 70 com sucesso, esbanjando técnica e criatividade em discos conceituais, nos quais utilizava os primeiros teclados eletronicos, como estes de ‘Mitos e Lendas do Rei Arthur e os Cavaleiros da Távola Redonda’.”


fev 1 2009

Genesis: primeira fase (com Peter Gabriel)

Editor
Peter Gabriel, no Genesis

Peter Gabriel, no Genesis

O Genesis surgiu quando os colegas de escola Peter Gabriel, Tony Banks e Mike Rutherford resolveram formar uma banda. Os três conheceram o polêmico empresário Jonathan King, que sugeriu o nome pomposo, extraído nada menos do que da primeira parte do livro mais famoso do mundo: a Bíblia (Velho Testamento).

Depois de um fracassado álbum de estréia (com temática Pop), livraram-se do empresário ganancioso. A seguir, Phil Collins e Steve Hackett incorporaram-se à banda, respondendo a um anúncio publicado no conceituado jornal musical Melody Maker. O Genesis começava, assim, a mudar a história do Rock, para sempre.

As apresentações teatrais e inspiradas do vocalista Peter, os temas elaborados e as ousadias experimentais do grupo foram dando corpo ao Rock Progressivo e a qualidade alcançada em álbuns como “Foxtrot” (1972) e “The Lamb Lies Down on Broadway” (1974) trouxeram fama ao Genesis.

Tudo ia bem até que, em 1974, Peter Gabriel deixa a banda (o que para muitos fãs apaixonados foi quase o “apocalipse”). A banda contudo decide ir em frente com Phil Collins nos vocais – coisa que já tinha feito, muito bem, em algumas músicas como “I Know What I Like” do aclamado disco “Selling England by the Pounds” (1973).

Um dos alicerces do Prog Rock estava fincado e essa fase do grupo influenciaria inúmeras bandas progressivas, como o Kansas, Camel, Marillion e o seu ex- vocalsita Fish. Termina assim a primeira fase.
Abaixo, um excelente vídeo com a banda, no auge, tocando ao vivo “Dancing With the Moonlight Knight”: