O Genesis surgiu quando os colegas de escola Peter Gabriel, Tony Banks e Mike Rutherford resolveram formar uma banda. Os três conheceram o polêmico empresário Jonathan King, que sugeriu o nome pomposo, extraído nada menos do que da primeira parte do livro mais famoso do mundo: a Bíblia (Velho Testamento).
Depois de um fracassado álbum de estréia (com temática Pop), livraram-se do empresário ganancioso. A seguir, Phil Collins e Steve Hackett incorporaram-se à banda, respondendo a um anúncio publicado no conceituado jornal musical Melody Maker. O Genesis começava, assim, a mudar a história do Rock, para sempre.
As apresentações teatrais e inspiradas do vocalista Peter, os temas elaborados e as ousadias experimentais do grupo foram dando corpo ao Rock Progressivo e a qualidade alcançada em álbuns como “Foxtrot” (1972) e “The Lamb Lies Down on Broadway” (1974) trouxeram fama ao Genesis.
Tudo ia bem até que, em 1974, Peter Gabriel deixa a banda (o que para muitos fãs apaixonados foi quase o “apocalipse”). A banda contudo decide ir em frente com Phil Collins nos vocais – coisa que já tinha feito, muito bem, em algumas músicas como “I Know What I Like” do aclamado disco “Selling England by the Pounds” (1973).
Um dos alicerces do Prog Rock estava fincado e essa fase do grupo influenciaria inúmeras bandas progressivas, como o Kansas, Camel, Marillion e o seu ex- vocalsita Fish. Termina assim a primeira fase.
Abaixo, um excelente vídeo com a banda, no auge, tocando ao vivo “Dancing With the Moonlight Knight”:









