Kurt Cobain partiu mas a sua música permanecerá para sempre. Um dos projetos idealizados por Kurt foi um vídeo com material coletado em vários países contendo, inclusive, músicas que não estão nos 3 CDs mais conhecidos da banda (“Bleech” , “Nevermind” e “In Utero”): “Nirvana Live! Tonight! Sold Out!!” (2006 em formato DVD).
“Apesar de ser mais um vídeo do tipo “cata-cata”, o material coletado aqui tem seu valor. Primeiro porque, segundo consta, foi idealizado por Kurt Cobain, que não teve tempo de finalizá-lo, e depois, porque flagra o Nirvana como (talvez) a última banda planetariamente estourada naquele formato antigo de se gravar disco com contrato assinado com gravadora e fazer sucesso. Para os brasileiros, um gostinho a mais: há cenas das apresentações que a banda fez por aqui em 1993, dentro do Hollywood Rock, no Rio (não creditadas) e em São Paulo, além de entrevistas concedidas à MTV – quando esta tinha jornalismo…”
Depois de uma tentativa frustrada de suicídio, alguns meses antes, finalmente o atormentado gênio do movimento Grunge conseguia se matar, aos 27 anos, pondo fim também à uma incrível carreira musical. Nem o sucesso, o dinheiro, o reconhecimento e a fama lhe trouxeram felicidade.
A vida é um pouco mais complexa do que muitos céticos pensam, e esperar que bens materiais ou drogas consigam preencher o sentimento de vazio interior pode ser depressivamente fatal. Matar-se nunca pode ser a solução. A solução é viver.
No Estadão On Line:
“Este fim de semana marca 15 anos da morte do vocalista e guitarrista do Nirvana, Kurt Cobain, que se suicidou em 5 de abril de 1994 com um tiro na boca após tomar uma overdose de heroína em sua casa em Seattle, nos EUA…”
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Abaixo temos o L7 tocando no Rio de Janeiro, no Hollywood Rock Festival, há exatos 16 anos atrás. O detalhe interessante, além do Rock visceral da banda, são as “caras-pintadas” das moças da banda – em apoio ao impeachment de Collor -, além das presenças de Kurt Cobain (líder do Nirvana, morto em 1994) e de sua esposa Courtney Love (líder do Hole) no palco.
O festival daquele ano trouxe excelentes atrações como o Alice in Chains e o Red Hot Chilli Peppers, cujo baixista, Flea, participou do show do Nirvana tocando trompete e dividindo um cigarrinho pra lá de suspeito com Kurt Cobain, em pleno palco. Mas as transgressões não pararam por aí.
Cantando praticamente nu, o vocalista da banda gaúcha De Fala, abriu um precedente que “inspirou” os gringos: a bela baixista do L7, Jennifer Finch, não deixou por menos e tocou com o bum bum de fora, enquanto que Cobain praticou atentado ao pudor, cuspindo e atacando as câmeras de TV.
O L7 era uma banda formada só por mulheres que levava um Rock ácido e direto, tanto na melodia quanto nas letras. O grupo acabou em 2000 e era considerado grunge, mas pode-se notar uma fortíssima influência do Punk Rock. Todo poder às mulheres! “Wargasm”: