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judas priest Judas Priest e Whitesnake hoje no Rio de Janeiro

exposedmagazine.co.uk

Do site Barrazine:

“As bandas britânicas Judas Priest e Whitesnake fazem uma apresentação dupla na Barra da Tijuca, no próximo domingo. Verdadeiras lendas do heavy metal, as bandas prometem fazer o chão do Citibank Hall tremer com belos solos de guitarra e de bateria. Um domingo de classic rocks!

Judas Priest

O Judas Priest traz o show da turnê “Epitaph”, que marca a despedida do grupo dos grandes shows mundiais. No set list, muitas músicas do álbum “Nostradamus” (2008) temperadas com os hits pesadíssimos que pavimentaram grande parte do início da trilha e da história do heavy metal, como “Rocka Rolla”, “Cheater”…

Da formação clássica, o Judas Priest traz para o palco do Citibank Hall: Rob Halford (vocal), Glenn Tipton (guitarra) e Ian Hill (baixo); Scott Travis (bateria) e Richie Faulkner (guitarra) completam o time.

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Whitesnake

“I love the blues…” dizem os versos iniciais de “Walking in the Shadow of the Blues”, uma das mais belas canções do rock de todos os tempos. Ao contrário das canções do Judas Priest, banda que sofreu muito pouca inluência dos blueseiros – quebrando a tradição iniciada por Deep purple e Black Sabath, principalmente -, as músicas do Whitesnake estão impregnadas do bom e velho blues aliado a muito hard rock.

A atual formação é: David Coverdale (vocal), Doug Aldrich (guitarra), Reb Beach (guitarra), Michael Devin (baixo) e Brian Tichy (bateria).

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Abaixo, Judas Priest com “Rocka Rolla”:

ozzy osbourne preso Blizzard of Ozz: o disco mais polêmico da história do Rock

No mundo artístico são comuns as brigas judiciais que podem surgir por plágio, disputas autorais, indenizações etc. Mas até que ponto um artista pode ser responsabilizado sobre as possíveis influências e os efeitos de uma obra polêmica? Esta é sem dúvida uma questão intrigante e que já gerou muito pano-pra-manga, como vocês verão.

Em setembro de 1980 Ozzy Osbourne lançava o seu primeiro álbum solo, após sair do Black Sabbath, “Blizzard of Ozz” (um trocadilho com “The Wizzard of Oz” – ou “O Mágico de Oz”), que vendeu só nos EUA mais de 4 milhões de cópias e continha músicas que se tornariam clássicos do Heavy Metal como “Crazy Train” e “Mister Crowley”.

O excelente disco trouxe também a mais polêmica canção da história do Rock: “Suicide Solution”, feita a partir de riffs do grande guitarrista Randy Roads, com letra do baixista Bob Daisly. Fazia alusão ao alcoolismo que consumia Osbourne e que havia vitimado o vocalista do AC/DC, Bon Scott. A palavra “solution” (“solução”) estava empregada com significado de substância, no caso o álcool.

Tudo ia bem, até que em outubro de 1984 o adolescente John McCollum se suicidou com um tiro na cabeça, aos 19 anos, após ouvir a canção. Os pais do jovem levaram Ozzy e a CBS Records aos tribunais, em janeiro de 1986, alegando que “solution” significaria “resolver um problema”. A acusação queria responsabilizar o cantor e a gravadora por “encorajar comportamento auto-destrutivo”.

No entanto, a defesa conseguiu provar que John sofria de depressão e fora negligenciado, além disso a “Primeira Emenda” Constitucional garante a todos os cidadãos total liberdade de expressão nos Estados Unidos. A Justiça deu ganho de causa para Ozzy e a CBS. Ponto para a democracia.

Mas não acabou por aí; outro jovem fanático por Metal atirou contra a própria cabeça com uma espingarda calibre 22. Os pais processaram novamente Ozzy, além das bandas favoritas do adolescente: Black Sabbath, AC/DC, Judas Priest e Motley Crue. É claro que o alvo principal foi a banda de Osbourne e “Sucicide Solution”, outra vez.

Nova vitória da Constituição americana e da liberdade de expressão. Só que em 1986 o baixista Bob Daisley e o baterista Lee Kerslake processaram mais uma vez Ozzy Osbourne, desta vez requerendo direitos autorais sobre dois discos: “Blizzard of Ozz” e “Diary of a Madman”. O “Senhor das Trevas” desta vez perdeu a batalha jurídica.

Relançados em 2002, os dois discos foram re-mixados com dois novos músicos, Robert Trujillo (baixo) e Mike Bordin (bateria), o que causou revolta em muitos fãs de longa data, que alegaram que nada fora informado nos créditos dos CDs.

Abaixo, Ozzy leva “Sucide Solution” com Randy Rhoads, (guitarra), Rudy Sarzo (baixo) e Tommy Aldridge (bateria):


468x60 cds Blizzard of Ozz: o disco mais polêmico da história do Rock

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