“Jimmy Page acaba de lançar seu primeiro site oficial. Um diário de eventos que abrangem toda a sua carreira. Irá incluir imagens, clipes de áudio, fotos, além de faixas inéditas, demos e gravações caseiras. Haverá também histórias pessoais. Cada material postado será por apenas 24 horas e depois será removido permanentemente. NÂO haverá arquivo.
Os planos futuros incluem também um catálogo Jimmy Page e uma loja online com ítens colecionáveis e de edição limitada.
“Eu já tinha o nome de domínio por algum anos. Acabei ‘sentando sobre ele’ e muita gente ficava perguntando quando haveria alguma definição. Achei que este era o momento certo”
Ann Wilson (vocal) é uma cantora americana, dona de uma linda voz, que depois de algumas tentativas de fazer decolar a sua banda, The Daybrakers, desistiu do projeto, convocou sua irmã Nancy Wilson (guitarra) e foram para o Canadá. Lá juntaram-se a Steve Fossen (baixo) e Roger Fischer (guitarra) e formaram o Heart.
Já no primeiro trabalho, “Dreambout Annie” (1976) conseguiram sucesso e emplacando 3 músicas nas paradas: a faixa-título, “Magic Man” e “Crazy on You”. O disco passeava entre o Rock, o Folk e temas românticos – que foram de certa forma a marca registrada de toda a carreira desse grupo. Logo depois o baterista Michael Drosier entra para a banda.
O segundo disco “Little Queen” fez ainda mais sucesso e trouxe o maior hit da banda: “Barracuda”. Em 1985 lançam o disco “Heart” que emplacou mais 4 sucessos nos primeiros lugares das paradas, em todo o mundo: o clássico do Hard Rock “If Looks Could Kill”, além das românticas “Never”, “What About Love” e “These Dreams”. O ábum seguinte “Bad Animals” emplacou o hit “Alone”.
O último trabalho do grupo foi um disco acústico que teve a produção de John Paul Jones (Led Zeppelin) que também tocou baixo. Conceituadíssimo nos EUA, o Heart é na verdade a banda das irmãs Wilson, já que elas são as únicas integrantes de todas as formações. Também não faria sentido algum para os fãs um disco do grupo sem uma das duas, que com o Heart já lançaram 17 álbuns e venderam mais de 30 milhões de discos.
Jimmy Page nasceu em Londres, no dia 9 de janeiro de 1944 e ficou mundialmente conhecido como guitarrista da super-banda Led Zeppelin. Muito técnico e habilidoso, Jimmy expandiu os riffs e as escalas da guitarra do Rock n’ Roll, como nunca ninguém havia feito, criando o embrião do Hard Rock e do Heavy Metal. Influenciou gente como Slash (ex-Guns N’ Roses), Tom Morello (R.A.T.M.) e Billy Duffy (The Cult).
Precoce, Jimmy fez os seus primeiros acordes aos 12 anos e iniciou sua carreira profissional aos 14, gravando um single num estúdio com a banda The Crusaders. Antes, ainda amador, já era habitué dos palcos da lendária casa de shows The Marquee, tocando com diversas bandas e com os já famosos Eric Clapton e Jeff Beck. Alguns anos após, já era um conceituado músico de estúdio.
Durante a década de 60, Jimmy gravou com os Rolling Stones e The Who (cujo baterista, Keith Moon, seria o autor do nome da futura banda: “Led Zeppelin”). Em 1966, ele entra para o Yardbirds, banda que era a maior sensação do meio roqueiro na Inglaterra e cujos shows eram abertos por nada menos do que os Beatles e os Stones. Inicialmente tocou baixo e depois passou a dividir os solos de guitarra com Jeff Beck.
Com o fim do Yardbirds (cujo vocalista morreu eletrocutado no palco), Page criou o New Yardbirds que, pouco depois passou a se chamar Led Zeppelin. Nesta banda, pôde experimentar, ousar e fluir toda a sua criatividade, tocando guitarra até com um arco de violino. No auge do sucesso, morou num castelo, onde as “groupies” dormiam na porta do quarto, esperando a vez de namorar com o ídolo. Também mexeu com ocultismo.
Após a morte do baterista do Led, John Bonham, e do consequente fim da banda, “O Mago” trabalhou em diversos projetos como a banda The Firm (com o vocalista Paul Rogers), um CD com David Coverdale (do Whitesnake), a trilha sonora do filme “Desejo de Matar-III”, uma turnê e um disco com a banda Black Crows etc. Atualmente, Jimmy é fundador e apóia a ONG “The Action For Brazil Children Trust” (“ABC Trust”), junto com a mulher:
http://www.abctrust.org.uk/language.html
Abaixo, Jimmy no auge da forma com sua Gibson Les Paul e seus amplificadores Marshall, acompanhado de Robert Plant (vocal), John Paul Jones (baixo) e John Bonham (bateria), num momento mágico! “Whole Lotta Love” com o Led Zeppelin:
O guitarrista Jimmy Page fundou o Led Zeppelin, em 1968, junto com o vocalista Robert Plant, o baixista John Paul Jones e o baterista John “Bonzo” Bonham. Revolucionaram o meio musical, inventando (ou ajudando a inventar) o Hard Rock e o Heavy Metal.
Com a morte de Bonham, em 1980, acabou uma das maiores bandas da história da música, mas Jimmy e Robert continuaram trabalhando, separadamente, em outros projetos até se reunirem novamente com John Paul Jones, para o mega-concerto beneficente, Live Aid, em 1985.
Para suprir o peso da bateria do incrível Bonham, chamaram nada menos do que dois bateristas, que tocaram juntos: Phil Collins (do Genesis) e Tony Thompson (ex-Chic e Power Station), que não fizeram feio. Isto alimentou o sonho dos fãs de verem o Led na estrada, novamente.
Contudo, o Led Zeppelin só voltou a se reunir para um show, em 1988, agora com Jason Bonham (filho do baterista original) nas baquetas. Em 1994, Page e Plant não chamariam o baixista e tecladista fundador da banda, John Paul Jones, para a gravação do disco acústico “No Quarter”.
Até que em 1996, no último Hollywood Rock Festival, eles vieram ao Brasil (novamente sem Jones), desta vez acompanhados do super-baterista Michael Lee, o qual já havia tocado com o Echo and the Bunnymen, The Cult, Aerosmith, Thin Lizzy e Guns N’ Roses.
Infelizmente, em novembro de 2008, Michael Lee foi encontrado morto em seu flat, aos 38 anos. A causa da morte foi um ataque epilético. Michael foi registrado aqui neste blog no vídeo do dia 21 de dezembro de 2008, arrebentando junto com o Echo.
Abaixo, um vídeo de Page, Plant e Michael Lee dando uma aula de Rock N’ Roll, na Praça da Apoteose, no Rio de Janeiro, num dos melhores shows da minha vida, quando eles tocaram, magnificamente, todos os grandes clássicos do Led Zeppelin: