jan 14 2010

Genesis: “The Return of the Giant Hogweed”

Editor

Genesis

Quem disse que Rock não é cultura? O Genesis tornou-se uma das bandas mais respeitadas e importantes de todos os tempos por causa da criatividade de suas composições e do talento individual dos músicos. Peter Gabriel e Phil Collins, por exemplo, desenvolveram carreiras solo de sucesso: o primeiro através da Word Music e o segundo com a Pop Music.


jan 13 2010

Genesis: “The Fountain of Salmacis”

Editor

(Fonte: progshine.com)

Peter Gabriel (vocal), Phil Collins( bateria), Tony Banks (teclados), Mike Rutherford (baixo) e Steve Hackett (guitarra). O Genesis com sua formação clássica, na década de 70. Pura arte:


set 26 2009

Rick Wakeman: “Guinevere”

Editor
(Fonte: news.superiorpics.com)

(Fonte: news.superiorpics.com)

“Por Hardy Saddy:

O Rock Progressivo surgiu da intenção de alguns artistas em transformar o Rock em arte e, para isso, muitos foram buscar inspiração em outros estilos musicais; nos improvisos do Jazz (Jean Luc Ponty, ), Música Medieval (Gênesis, Jethro Tull e depois Marillion) no virtuosismo da Música Clássica (Yes e Rick Wakweman) etc.

Influenciados também pelo experimentalismo – sonoro e tecnológico – de grupos como Beatles e Beach Boys, essas bandas foram as que mais longe estenderam o horizonte criativo, as mais ousadas; mais do que qualquer outra na história do Rock, depois dos Beatles, é claro.

Os primeiros discos de Prog Rock que eu aprendi a gostar foram do tecladista britânico, Rick Wakeman, um gênio. Além de grande compositor, Wakeman foi um dos 3 primeiros tecladistas do rock – ao lado de Jon Lord (Deep Purple) e Keith Emerson (Emerson Lake & Palmer) – que despontou nos anos 70 com sucesso, esbanjando técnica e criatividade em discos conceituais, nos quais utilizava os primeiros teclados eletronicos, como estes de ‘Mitos e Lendas do Rei Arthur e os Cavaleiros da Távola Redonda’.”


fev 13 2009

Pater Gabriel: 59 anos de um gênio

Editor
Peter Gabriel, 59 anos

Peter Gabriel, 59 anos

Hoje é aniversário de Peter Gabriel, fundador do Gênesis e ícone do Prog Rock e da World Music. Inspirador de inúmeros artistas, de diversos estilos, Gabriel consegue ser genial até mesmo fazendo Pop, já tendo lançado 8 álbuns de estúdio e 2 ao vivo.

Depois de fazer história no Gênesis com suas interpretações teatrais, quando encarnava diversos personagens como Britannia, The Flower, Magog etc, esse grande vocalista e flautista iniciou uma excelente carreira solo, alcançando reconhecimento de público e crítica.

A partir do início da década de 80, Peter começou a se interessar pela World Music, estilo que engloba, criativamente, elementos do Pop e do Rock agregados a outros, de culturas variadas (folclóricos ou étnicos) como árabe, africana, oriental, latino-americana entre outras.

Assim, Gabriel trabalhou com artistas como o senegalês Youssou N’Dour, a irlandesa Sinead O’Connor e o paquistanês Nusrat Fateh Ali Khan. Seu horizonte de experimentação não tem limites e ele é, sem dúvida, um dos artistas mais inovadores e talentosos da atualidade.

Na premiadíssima carreira desse grande músico incluem-se também diversas indicações para o Grammy, Music Awards, Globo de Ouro etc. A canção “Down to Earth”, do desenho da Disney-PIXAR, “Wall-E”, concorre ao Oscar deste ano.

Entre as suas canções mais conhecidas podemos citar: “Sledgehammer” (que tem um inesquecível vídeo-clip), “In Your Eyes”, “Shock the Monkey”, “Digging the Dirt” e “Come Talk to me”. Defensor ferrenho dos Direitos Humanos e da democracia sempre apoiou a Anistia Internacional.

Peter Gabriel iniciará uma turnê este ano, mas até agora não há previsão de que faça shows no Brasil. Abaixo, a linda canção “Mercy Street”, ao vivo:



fev 2 2009

Genesis: segunda fase (sem Peter Gabriel)

Editor
O Genesis segiu em frente mas nunca abandonou os antigos sucessos

O Genesis segiu em frente mas nunca abandonou os antigos sucessos

Depois da saída de Peter, que iniciou uma igualmente brilhante carreira solo, Phil Collins assumiu o vocal. Para as baquetas, foi convocado o excepcional Bill Bruford (ex-Yes e King Crimson). Este seria substituído pelo ex-baterista do Weather Report e da banda de Frank Zappa, Chester Thompson.

Dois anos após a saída de Gabriel, foi a vez do guitarrista Steve Hackett pular fora, em 1977. Para o seu lugar foi chamado o polivalente Daryl Stuermer. Steve juntou-se ao seu xará, Steve Howie (ex-guitarrista do Yes) e formaram o GTR. Depois, Hackett seguiu carreira solo.

O Genesis passa a ser um trio e nas gravações em estúdio Phil grava a voz e a bateria, Mike fica com a guitarra e o baixo enquanto que Tony costura as harmonias nas teclas. Ao vivo, Rutherford divide o baixo e a guitarra com Sutermer e Chester Thompons fica na batera.

Um dos pontos altos da nova formação durante os shows é quando Phil e Chester tocam, simultaneamente, duas baterias no palco, dando um peso e uma qualidade técnica às novas melodias experimentais que são – ao contrário do que pensam alguns – muitas vezes complexas.

Phil Collins se revelou um grande front man, com uma excelente voz, que usa e abusa do carisma e da interatividade com o público. Com múltiplos talentos (também é ótimo instrumentista, compositor e arranjador), Collins não demorou a fazer uma carreira solo.

Hoje, Phil Collins talvez seja mais conhecido pela nova geração como um cantor Pop do que como o grande baterista do Genesis, que foi influenciado por Buddy Rich. Por causa desse sucesso, o último álbum de estúdio do Genesis, “Calling All Stations” (1997) foi com outro vocalista: Ray Wilson.

Abaixo, o grupo tocando “Abacab” do álbum homônimo (1981), ao vivo, no estádio de Wembley completamente lotado:




fev 1 2009

Genesis: primeira fase (com Peter Gabriel)

Editor
Peter Gabriel, no Genesis

Peter Gabriel, no Genesis

O Genesis surgiu quando os colegas de escola Peter Gabriel, Tony Banks e Mike Rutherford resolveram formar uma banda. Os três conheceram o polêmico empresário Jonathan King, que sugeriu o nome pomposo, extraído nada menos do que da primeira parte do livro mais famoso do mundo: a Bíblia (Velho Testamento).

Depois de um fracassado álbum de estréia (com temática Pop), livraram-se do empresário ganancioso. A seguir, Phil Collins e Steve Hackett incorporaram-se à banda, respondendo a um anúncio publicado no conceituado jornal musical Melody Maker. O Genesis começava, assim, a mudar a história do Rock, para sempre.

As apresentações teatrais e inspiradas do vocalista Peter, os temas elaborados e as ousadias experimentais do grupo foram dando corpo ao Rock Progressivo e a qualidade alcançada em álbuns como “Foxtrot” (1972) e “The Lamb Lies Down on Broadway” (1974) trouxeram fama ao Genesis.

Tudo ia bem até que, em 1974, Peter Gabriel deixa a banda (o que para muitos fãs apaixonados foi quase o “apocalipse”). A banda contudo decide ir em frente com Phil Collins nos vocais – coisa que já tinha feito, muito bem, em algumas músicas como “I Know What I Like” do aclamado disco “Selling England by the Pounds” (1973).

Um dos alicerces do Prog Rock estava fincado e essa fase do grupo influenciaria inúmeras bandas progressivas, como o Kansas, Camel, Marillion e o seu ex- vocalsita Fish. Termina assim a primeira fase.
Abaixo, um excelente vídeo com a banda, no auge, tocando ao vivo “Dancing With the Moonlight Knight”:



jan 31 2009

Genesis, uma banda que elevou o nível do Rock

Editor
Capa do disco "Selling the England by the Pounds"

Comemorando o aniversário do excelente Phil Collins, nascido em 30 de janeiro de 1951, e considerado um dos melhores bateristas da história do Rock, estamos como uma enquete on line:

Qual a melhor fase do Genesis?
( ) A formação original com Peter Gabriel.
( ) A formação atual, chamada por alguns de “Pop”.

Para votar é só clicar na opção desejada, no quadro à direita. Depois falarei mais dessa super-banda, sem dúvida nenhuma, uma das maiores de todos os tempos.

A discografia completa além de outras informações estão no no site oficial da banda:
http://www.genesis-music.com

Abaixo, um vídeo feito por fã com imagens muito legais de Peter Gabriel (vocal), Tony Banks (teclados), Mike Rutherford (baixo), Steve Hackett (guitarra) e Phil Collins (bateria). A música originalmente é do épico álbum “Selling the England by the Pounds” e se chama “The Battle of Epping Forest”: