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O Pixies foi formado em Boston (EUA), em 1986, por Black Francis (vocal e guitarra) e Joey Santiago (guitarra). Pouco tempo depois, Kim Deal (baixo) e David Lovering (bateria) foram incorporados a este grupo, que viria a se tornar dos mais cultuados e influentes de toda a história do cenário alternativo do Rock.

A banda teria se dissolvido oficialmente em 1992, contudo ela se reagrupou em várias ocasiões; ou seja, ainda estão na ativa – mesmo que não “oficialmente”, ou melhor, de uma maneira “alternativa”. Em outubro deste ano o Pixies se apresentará na Fazenda Maeda em Itu no Festival SWU.

O meu disco favorito desses caras é “Surfer Rosa” (1988). Abaixo, toda a visceralidade da banda evidenciada em “Bone Machine”:

The Clash é o nome de uma das principais bandas da história do movimento Punk, e que lançou, durante toda a sua existência, apenas 5 álbuns de estúdio. Formada em 1976 também misturava ao seu (excelente) Rock básico elementos de outros estilos, principalmente Reggae e Funk (o verdadeiro!). A formação clássica: Joe Strummer (vocal e guitarra), Mick Jones (vocal e guitarra), Paul Simonon (baixo) e Nicky “Topper” Headon (bateria).

Nas letras, os malucos misturavam toda a “porralouquice” alienante e auto-destrutiva do trinômio “Sex, Drugs and Rock and Roll” a leituras contestadoras e “politizadas” da sociedade ocidental, sem conseguirem, contudo, alcançar alguma profundidade ou relevância em suas críticas ao “opressor” sistema capitalista, o qual acabou, ironicamente, tornando-os ricos e famosos.

O meu disco favorito do The Clash é “London Calling” (1979). Abaixo, a maravilhosa “Brand New Cadillac”:

(Fonte: proximoshow.com.br)

“Fiquei sóbrio sete anos atrás. Não que eu fosse um usuário habitual, mas eu bebia, me drogava, consumia o que aparecesse. Já fazia isso havia algum tempo, e você nunca chega ao ponto em que consegue pensar com clareza suficiente para amadurecer ou crescer. Isso atrofia seu crescimento como pessoa”

(Peter Frampton)

No G1:

Guitarrista Peter Frampton se apresenta no Brasil em setembro

Turnê passará por Brasília, Rio, São Paulo, Belo Horizonte e Porto Alegre.
Músico gravou disco de rock ao vivo mais vendido da história.

O cantor e guitarrista inglês Peter Frampton confirmou uma série de cinco shows no Brasil em setembro. As apresentações acontecerão em Brasília (dia 9), Rio de Janeiro (11), Porto Alegre (14), São Paulo (17) e Belo Horizonte (18) — o músico já se apresentou no país em1978 e 1996.

Frampton começou a carreira ainda na adolescência, aos 16 anos, quando abandonou a escola para fazer parte da banda londrina The Herd. Em 1968, sua beleza juvenil fotogênica o levou a ser chamado de “O rosto de ‘68″ pela revista teen britânica “Rave”. Mas foi sua performance na guitarra que o levou a ser notado, e naquele ano ele formou a banda Humble Pie, com Steve Marriott, do Small Faces.
(…)

Dia 9 de setembro: Centro de Convencões, Brasilia (DF)

Dia 11 de setembro: HSBC Arena, Rio de Janeiro (RJ)

Dia 14 de setembro: Pepsi Onstage, Porto Alegre (RS)

Dia 17 de setembro: Via Funchal, São Paulo (SP)

Dia 18 de semtembro: Chevrolet Hall, Belo Horizonte (MG)”

Abaixo, “Show me the Way” :

(Fonte: musicstack.com)

Abaixo, um daqueles raros momentos quando uma banda consegue executar uma canção de outro grupo e superar a versão original. Rare Earth levando uma regravação dos Bee Gees; é de emocionar:

(Fonte: corporateartists.com)

Todos os que acompanham este blog sabem que eu estou longe de ser um “purista” ou um cara que rejeita totalmente as bandas dos anos 80 em diante, mas eu tenho que reconhecer que existem no “baú do Rock” algumas jóias raras que só podem ser precisamente definidas como ART ROCK. Algumas bandas dos anos 60 e 70 atingiram um grau de perfeição e sensibilidade artística que chega de verdade a destoar da imensa maioria das produções musicais – especialmente no Rock “e adjacências” – dos anos que se seguiram.

Confiram, abaixo, o Rare Earth executando ao vivo e com maestria similar a que Michelangelo demonstrava quando esculpia, por exemplo, um “David”, este clássico dos Temptations que já foi regravado também pelo Wishbone Ash :

PART I

PART II

(Fonte: arte-e-manhas-arte.blogspot.com)

Mark Knopfler nasceu em Glasgow (Escócia) no dia 12 de Agosto de 1949 e se consagrou mundialmente através da inesquecível superbanda Dire Straits, a qual fundou e liderou, por 16 anos. Esse gênio da guitarra revolucionou o Rock dedilhando os seus belíssimos solos, executados com maestria, quase sempre empunhando uma Fender Stratocaster.

Até hoje, Mark lançou 7 álbuns solo: “Golden Heart” (1996), “Sailing to Philadelphia” (2000), “The Ragpicker’s Dream” (2002), “Shangri-La” (2004), “One Take Radio Sessions” (2005), “Kill To Get Crimson” (2007) e “Get Lucky” (2009)

Com o Dire Straits foram 5 LPs de estúdio: “Dire Straits” (1978), “Comuniqué” (1979), “Making Movies” (1980), “Love Over Gold” (1982) e “Brothers In Arms” (1985); um EP: “ExtenDancePlay” (1983); 3 discos ao vivo: “Alchemy” (1984), “On The Night” (1993) e “Live At The BBC” (1994); além de algumas coletâneas.

Knopfler também trabalhou com Bob Dylan, Eric Clapton, B. B. King, David Knopfler, William Topley, Chet Atkins, Emmylou Harris,Tina Turner e Randy Newman, entre outros.

Abaixo, Mark Knopfler (vocal e guitarra), David Knopfler (guitarra), John Illsley (baixo) e Pick Withers (bateria), levando “Lions” – faixa originariamente do álbum “Dire Straits” (1978):

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