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(Fonte: drumtom.com)

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Por Hardy Saddy:

“Talento, eficiência, criatividade, versatilidade…é difícil dizer ao certo o que faz um músico ser melhor do que outro, em todo caso, esse cara é quase uma unanimidade, pois agrega técnica e bom gosto, além de colaborar com a mensagem interessante de suas letras nas incríveis canções do Rush.

Neil Peart completa hoje 47 anos, 35 anos de estrada com o lendário super-power-trio Rush. Esse canadense é muito determinado e começou a tocar bateria aos treze anos, batucando em almofadas até ganhar a primeira bateria, aos 14. Mais tarde, acabou largando os estudos seguindo a sua evidente vocação musical.

Foi para a Inlaterra mas não arrumou nada e acabou voltando para Ontário onde se juntou a uma banda local, o Rush. Destacando-se como um exímio baterista de Hard Rock e Prog Rock, ele aliava a sua apuradíssima técnica – produto de muito estudo – com as suas referências de Rock (John Bonham e Keith Moon) e Jazz (Buddy Rich e Gene Krupa).

Eleito pelos leitores da conceituada revista Modern Drummer: ‘Baterista Revelação’ em 1980; ‘Honor Roll: Baterista de Rock’ em 1986; ‘Melhor Baterista’ em 1980, 1981, 1982, 1983, 1984, 1985, 1986, 2006; entre outros prêmios, hoje é Peart quem influencia a maioria dos bateristas. Parabéns ‘The Professor’!”

Abaixo, do DVD “Rush in Rio” (2003) Neil Peart inspirando os bons; Rush (mais de 40.000 pessoas), ao vivo,com “YYZ”, música originalmente no álbum “Moving Pictures” (1981):

O Genesis segiu em frente mas nunca abandonou os antigos sucessos

O Genesis segiu em frente mas nunca abandonou os antigos sucessos

Depois da saída de Peter, que iniciou uma igualmente brilhante carreira solo, Phil Collins assumiu o vocal. Para as baquetas, foi convocado o excepcional Bill Bruford (ex-Yes e King Crimson). Este seria substituído pelo ex-baterista do Weather Report e da banda de Frank Zappa, Chester Thompson.

Dois anos após a saída de Gabriel, foi a vez do guitarrista Steve Hackett pular fora, em 1977. Para o seu lugar foi chamado o polivalente Daryl Stuermer. Steve juntou-se ao seu xará, Steve Howie (ex-guitarrista do Yes) e formaram o GTR. Depois, Hackett seguiu carreira solo.

O Genesis passa a ser um trio e nas gravações em estúdio Phil grava a voz e a bateria, Mike fica com a guitarra e o baixo enquanto que Tony costura as harmonias nas teclas. Ao vivo, Rutherford divide o baixo e a guitarra com Sutermer e Chester Thompons fica na batera.

Um dos pontos altos da nova formação durante os shows é quando Phil e Chester tocam, simultaneamente, duas baterias no palco, dando um peso e uma qualidade técnica às novas melodias experimentais que são – ao contrário do que pensam alguns – muitas vezes complexas.

Phil Collins se revelou um grande front man, com uma excelente voz, que usa e abusa do carisma e da interatividade com o público. Com múltiplos talentos (também é ótimo instrumentista, compositor e arranjador), Collins não demorou a fazer uma carreira solo.

Hoje, Phil Collins talvez seja mais conhecido pela nova geração como um cantor Pop do que como o grande baterista do Genesis, que foi influenciado por Buddy Rich. Por causa desse sucesso, o último álbum de estúdio do Genesis, “Calling All Stations” (1997) foi com outro vocalista: Ray Wilson.

Abaixo, o grupo tocando “Abacab” do álbum homônimo (1981), ao vivo, no estádio de Wembley completamente lotado:



O post de hoje e especial para os mais barulhentos musicos:os bateras.confiram o video do meu melhor baterista de todos os tempos.Depois eu volto.

Então? O que vocês acharam? Concordam comigo? Não?
Então vamos fazer umas comparações. Vejam mais este,que para mim e o segundo melhor, num duelo épico com o Animal:

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