Quem também aparecerá por aqui este ano é o Green Day, banda da segunda geração do Punk Rock, que tem muitos fãs brasileiros. Esses caras já simbolizaram a renovação do movimento Punk mas, hoje, já são praticamente veteranos, com mais de 20 anos de estrada, já tendo vendido mais de 25 milhões de discos – o último, “21 Century Breakdown”, foi lançado em 2009 – e já tendo conquistado quatro prêmios Grammys. A banda retorna ao Brasil após doze anos.
Porto Alegre – 13 de outubro
Rio de Janeiro -15 de outubro
Brasília – 17 de outubro
São Paulo -20 de outunbro
A formação atual: Billie Joe Armstrong (vocal e guitarra), Mike Dirnt (baixo) e Tre Cool (bateria). Abaixo, a minha música favorita dessa banda, “Waiting“, originalmente do álbum “Warning” (2000):
O Pixies foi formado em Boston (EUA), em 1986, por Black Francis (vocal e guitarra) e Joey Santiago (guitarra). Pouco tempo depois, Kim Deal (baixo) e David Lovering (bateria) foram incorporados a este grupo, que viria a se tornar dos mais cultuados e influentes de toda a história do cenário alternativo do Rock.
A banda teria se dissolvido oficialmente em 1992, contudo ela se reagrupou em várias ocasiões; ou seja, ainda estão na ativa – mesmo que não “oficialmente”, ou melhor, de uma maneira “alternativa”. Em outubro deste ano o Pixies se apresentará na Fazenda Maeda em Itu no Festival SWU.
O meu disco favorito desses caras é “Surfer Rosa” (1988). Abaixo, toda a visceralidade da banda evidenciada em “Bone Machine”:
“Fiquei sóbrio sete anos atrás. Não que eu fosse um usuário habitual, mas eu bebia, me drogava, consumia o que aparecesse. Já fazia isso havia algum tempo, e você nunca chega ao ponto em que consegue pensar com clareza suficiente para amadurecer ou crescer. Isso atrofia seu crescimento como pessoa”
Guitarrista Peter Frampton se apresenta no Brasil em setembro
Turnê passará por Brasília, Rio, São Paulo, Belo Horizonte e Porto Alegre.
Músico gravou disco de rock ao vivo mais vendido da história.
O cantor e guitarrista inglês Peter Frampton confirmou uma série de cinco shows no Brasil em setembro. As apresentações acontecerão em Brasília (dia 9), Rio de Janeiro (11), Porto Alegre (14), São Paulo (17) e Belo Horizonte (18) — o músico já se apresentou no país em1978 e 1996.
Frampton começou a carreira ainda na adolescência, aos 16 anos, quando abandonou a escola para fazer parte da banda londrina The Herd. Em 1968, sua beleza juvenil fotogênica o levou a ser chamado de “O rosto de ‘68″ pela revista teen britânica “Rave”. Mas foi sua performance na guitarra que o levou a ser notado, e naquele ano ele formou a banda Humble Pie, com Steve Marriott, do Small Faces.
(…)
Dia 9 de setembro: Centro de Convencões, Brasilia (DF)
Dia 11 de setembro: HSBC Arena, Rio de Janeiro (RJ)
Dia 14 de setembro: Pepsi Onstage, Porto Alegre (RS)
Dia 17 de setembro: Via Funchal, São Paulo (SP)
Dia 18 de semtembro: Chevrolet Hall, Belo Horizonte (MG)”
Todos os que acompanham este blog sabem que eu estou longe de ser um “purista” ou um cara que rejeita totalmente as bandas dos anos 80 em diante, mas eu tenho que reconhecer que existem no “baú do Rock” algumas jóias raras que só podem ser precisamente definidas como ART ROCK. Algumas bandas dos anos 60 e 70 atingiram um grau de perfeição e sensibilidade artística que chega de verdade a destoar da imensa maioria das produções musicais – especialmente no Rock “e adjacências” – dos anos que se seguiram.
Confiram, abaixo, o Rare Earth executando ao vivo e com maestria similar a que Michelangelo demonstrava quando esculpia, por exemplo, um “David”, este clássico dos Temptations que já foi regravado também pelo Wishbone Ash :
Mark Knopfler nasceu em Glasgow (Escócia) no dia 12 de Agosto de 1949 e se consagrou mundialmente através da inesquecível superbanda Dire Straits, a qual fundou e liderou, por 16 anos. Esse gênio da guitarra revolucionou o Rock dedilhando os seus belíssimos solos, executados com maestria, quase sempre empunhando uma Fender Stratocaster.
Até hoje, Mark lançou 7 álbuns solo: “Golden Heart” (1996), “Sailing to Philadelphia” (2000), “The Ragpicker’s Dream” (2002), “Shangri-La” (2004), “One Take Radio Sessions” (2005), “Kill To Get Crimson” (2007) e “Get Lucky” (2009)
Com o Dire Straits foram 5 LPs de estúdio: “Dire Straits” (1978), “Comuniqué” (1979), “Making Movies” (1980), “Love Over Gold” (1982) e “Brothers In Arms” (1985); um EP: “ExtenDancePlay” (1983); 3 discos ao vivo: “Alchemy” (1984), “On The Night” (1993) e “Live At The BBC” (1994); além de algumas coletâneas.
Knopfler também trabalhou com Bob Dylan, Eric Clapton, B. B. King, David Knopfler, William Topley, Chet Atkins, Emmylou Harris,Tina Turner e Randy Newman, entre outros.
Abaixo, Mark Knopfler (vocal e guitarra), David Knopfler (guitarra), John Illsley (baixo) e Pick Withers (bateria), levando “Lions” – faixa originariamente do álbum “Dire Straits” (1978):