Segundo o YouTube, este vídeo ficará disponivel por 1 mês. Clicando no link abaixo, você vê Paul McCartney levando o classic rock “Back in URSS”, no Hard Rock Calling, ontem:
Category: Equipamentos
Por Admin:
Alguém se lembra do Rockman? Um amplificador de guitarra pessoal, c/ o tamanho de um Walkman para tocar guitarra distorcida através de hearphones, que faz tudo o que você toca ficar parecido com o rock do grupo Boston.
A IRIG AmpliTube combo para o iPhone é uma espécie de “Rockman“, só que muito mais legal. Trata-se de um plug e um software de modelagem de amplificador que funciona com o iPhone que soa muito, muito bem. O design da interface, completa, com LEDs de trabalho, botões e controles é bem divertida e natural para “tocar” os efeitos. Os sons que produzem são bastante realistas também.
Mais informações em http://www.ikmultimedia.com/irig/features/ (em inglês).
A seguir, um “review” (em inglês):

(Fonte: rraurl.com)
A Escócia sempre foi pródiga contribuidora para o universo do Rock. Foi de lá que vieram: Dire Straits, Franz Ferdinand, Simple Minds, Big Country, Edwyn Collins, Shirley Manson (vocalista do Garbage), os irmãos Malcom e Angus Young (AC/DC), além da banda Pós Punk Cocteau Twins. Esta é uma banda muito interessante;
A viagem sonora começou quando Elizabeth Fraser (vocal), Robin Guthrie (guitarra) e Will Heggie (baixo) se juntaram e iniciaram um mergulho rumo ao “Inonsciente do Rock”, criando um som hipnótico obtido através da beleza e originalidade psicodélica de suas melodias.
Liz Fraser é uma cantora verdadeiramente fora-de-série. Além de escrever grande parte das letras, possui um estilo único de vocalização que, somado a sua maneira enigmática de cantar (suas frases são quase indecifráveis) a tornam, de certa forma, o coração dessa banda.
O som levitante que Robin Guthrie tira de sua guitarra compõe a aura “mágica” do grupo; a alma da banda. Simon Raymonde subsituiu o baixista original, em 1984, e também se tornou o principal letrista do grupo; seria portanto, a mente. Abaixo, Crushed:

(Fonte: news.superiorpics.com)
“Por Hardy Saddy:
O Rock Progressivo surgiu da intenção de alguns artistas em transformar o Rock em arte e, para isso, muitos foram buscar inspiração em outros estilos musicais; nos improvisos do Jazz (Jean Luc Ponty, ), Música Medieval (Gênesis, Jethro Tull e depois Marillion) no virtuosismo da Música Clássica (Yes e Rick Wakweman) etc.
Influenciados também pelo experimentalismo – sonoro e tecnológico – de grupos como Beatles e Beach Boys, essas bandas foram as que mais longe estenderam o horizonte criativo, as mais ousadas; mais do que qualquer outra na história do Rock, depois dos Beatles, é claro.
Os primeiros discos de Prog Rock que eu aprendi a gostar foram do tecladista britânico, Rick Wakeman, um gênio. Além de grande compositor, Wakeman foi um dos 3 primeiros tecladistas do rock – ao lado de Jon Lord (Deep Purple) e Keith Emerson (Emerson Lake & Palmer) – que despontou nos anos 70 com sucesso, esbanjando técnica e criatividade em discos conceituais, nos quais utilizava os primeiros teclados eletronicos, como estes de ‘Mitos e Lendas do Rei Arthur e os Cavaleiros da Távola Redonda’.”

(Fonte: lastfm.com.br)
The Police foi uma das maiores bandas dos anos 80 e um dos maiores powers trios de todos os tempos. O baterista Stewart Copeland, filho de um ex-agente da CIA, revolucionou a história do instrumento colando um microfone de contato (muito usado em espionagem) na caixa do seu kit de bateria – invariavelmente da marca Tama. Carismático, Copeland possui um estilo refinado mas sempre toca com muita energia; tudo isso aliados à uma incomparável técnica no contratempo, à sonoridade dos octobans e à um bumbo poderoso. Stewart também fez trilhas sonoras de filmes e é exímio percussionista.
O veterano Andy Summers se destacava nos belos acordes e sons inusitados (para a época) obtidos quase sempre uma surrada Fender Telecaster e com os excelentes pedais da Boss, especialmente o Digital Delay e o Flanger. Summers é também um virtusoso no violão e compôs junto com Robert Fripp a trilha do filme 2010 “Uma Odisséia no Espaço II”.
Sting veio do Jazz e passou pelo Punk Rock, estilo bastante influente, junto com o Reggae, principalmente nos primeiros discos da banda. A visceralidade com que o contra-baixista e vocalista tocava (quase sempre usando palheta (exceto,claro, quando usava o baixão acústico) tornou-se a marca registrada do The Police e a linha de baixo mais influente dos anos 80.:

(Fonte: drumtom.com)
Por Hardy Saddy:
“Talento, eficiência, criatividade, versatilidade…é difícil dizer ao certo o que faz um músico ser melhor do que outro, em todo caso, esse cara é quase uma unanimidade, pois agrega técnica e bom gosto, além de colaborar com a mensagem interessante de suas letras nas incríveis canções do Rush.
Neil Peart completa hoje 47 anos, 35 anos de estrada com o lendário super-power-trio Rush. Esse canadense é muito determinado e começou a tocar bateria aos treze anos, batucando em almofadas até ganhar a primeira bateria, aos 14. Mais tarde, acabou largando os estudos seguindo a sua evidente vocação musical.
Foi para a Inlaterra mas não arrumou nada e acabou voltando para Ontário onde se juntou a uma banda local, o Rush. Destacando-se como um exímio baterista de Hard Rock e Prog Rock, ele aliava a sua apuradíssima técnica – produto de muito estudo – com as suas referências de Rock (John Bonham e Keith Moon) e Jazz (Buddy Rich e Gene Krupa).
Eleito pelos leitores da conceituada revista Modern Drummer: ‘Baterista Revelação’ em 1980; ‘Honor Roll: Baterista de Rock’ em 1986; ‘Melhor Baterista’ em 1980, 1981, 1982, 1983, 1984, 1985, 1986, 2006; entre outros prêmios, hoje é Peart quem influencia a maioria dos bateristas. Parabéns ‘The Professor’!”
Abaixo, do DVD “Rush in Rio” (2003) Neil Peart inspirando os bons; Rush (mais de 40.000 pessoas), ao vivo,com “YYZ”, música originalmente no álbum “Moving Pictures” (1981):

Fonte: correiodobrasil.com.br
Por Lígia Nogueira, no G1:
“Os homens azuis estão de volta ao Brasil. Formado em Nova York por três amigos no final dos anos 80, o The Blue Man Group dá início nesta quarta (2), em São Paulo, a uma série de apresentações que unem música, teatro, vídeo, pintura e circo.
Batizada de “Megastar World Tour”, a turnê passa pelo Credicard Hall, na capital paulista, até o dia 13 de setembro, e em seguida pelo Citibank Hall, no Rio de Janeiro, de 16 a 20 do mesmo mês. Ainda há ingressos à venda.
Em suas performances por aqui, o colorido trio de homens calvos traz sua atitude irreverente e altas doses de música. A ideia, segundo o diretor artístico da apresentação explicou, em entrevista coletiva realizada em agosto, é reproduzir a experiência de um show de rock. A trilha sonora do espetáculo, portanto, vai de Sex Pistols a The Who, passando por The Clash e Led Zeppelin…”
Clicando aqui, você confere todas as atrações internacionais confirmadas para o segundo semestre de 2009. Abaixo, o Blue Man Group que inicia a turnê brasileira em São Paulo, hoje:




















