O Pixies foi formado em Boston (EUA), em 1986, por Black Francis (vocal e guitarra) e Joey Santiago (guitarra). Pouco tempo depois, Kim Deal (baixo) e David Lovering (bateria) foram incorporados a este grupo, que viria a se tornar dos mais cultuados e influentes de toda a história do cenário alternativo do Rock.
A banda teria se dissolvido oficialmente em 1992, contudo ela se reagrupou em várias ocasiões; ou seja, ainda estão na ativa – mesmo que não “oficialmente”, ou melhor, de uma maneira “alternativa”. Em outubro deste ano o Pixies se apresentará na Fazenda Maeda em Itu no Festival SWU.
O meu disco favorito desses caras é “Surfer Rosa” (1988). Abaixo, toda a visceralidade da banda evidenciada em “Bone Machine”:
Shivaree é uma banda americana formada por Ambrosia Parsley (vocal), Danny McGough (teclado) e Duke McVinnie (guitarra), e que já lançou 4 álbuns: “I Oughtta Give You a Shot in the Head for Making Me Live in this Dump” (1999), “Rough Dreams” (2002), “Who’s Got Trouble?” (2005) e “Tainted Love: Mating Calls and Fight Songs” (2007).
Abaixo, a clássica “Goodnight Moon”, do primeiro disco, e que fez parte da trilha sonora do filme “Kill Bill: volume 2″, do diretor Quentin Tarantino:
The Clash é o nome de uma das principais bandas da história do movimento Punk, e que lançou, durante toda a sua existência, apenas 5 álbuns de estúdio. Formada em 1976 também misturava ao seu (excelente) Rock básico elementos de outros estilos, principalmente Reggae e Funk (o verdadeiro!). A formação clássica: Joe Strummer (vocal e guitarra), Mick Jones (vocal e guitarra), Paul Simonon (baixo) e Nicky “Topper” Headon (bateria).
Nas letras, os malucos misturavam toda a “porralouquice” alienante e auto-destrutiva do trinômio “Sex, Drugs and Rock and Roll” a leituras contestadoras e “politizadas” da sociedade ocidental, sem conseguirem, contudo, alcançar alguma profundidade ou relevância em suas críticas ao “opressor” sistema capitalista, o qual acabou, ironicamente, tornando-os ricos e famosos.
O meu disco favorito do The Clash é “London Calling” (1979). Abaixo, a maravilhosa “Brand New Cadillac”:
O Rare Earth foi formado em 1960 com o nome de The Sunliners e, a partir de 1968, passaram a adotar o atual nome. Um fato curioso é que os caras foram uma das primeiras bandas só de brancos a assinarem um contrato com a “Motown Records”, a famosa gravadora de Black Music que revolucionou a música Pop; certamente um dos principais motivos do interesse daquele produtora era a forte influência de Soul e Funk Music (a verdadeira!) presente no trabalho de Peter Rivera (vocal e bateria), Gil Bridges (sax e flauta), Rod Richards (guitarra), John Parrish (baixo e trombone), Kenny James (teclados) e Eddie Guzman (percussão) – este último, a partir de 1969.
Esta incrível banda também tem influências que vão do Blues ao Rock Progressivo e, apesar de ser pouco conhecida aqui no Brasil, ainda continua na ativa, graças a Deus! Contudo, da sua formação clássica apenas Gil Bridges permaneceu. Ao todo, os caras lançaram 3 discos ao vivo, 14 coletâneas e 16 álbuns de estúdio – o primeiro foi “Dreams / Answers” (1968) e o último foi “A Brand New World” (2008). Alguns sucessos da banda foram (entre regravações e músicas próprias): “Eleonor Rigby”, “Get Ready”, “I Just Want to Celebrate”, “Hey Big Brother”, “Hum Along and Dance” e “Warm Ride”.
Abaixo, um daqueles raros momentos quando uma banda consegue executar uma canção de outro grupo e superar a versão original. Rare Earth levando uma regravação dos Bee Gees; é de emocionar: