Category: Cultura


new year 2012 thumb17690416 O Terço: Tributo ao Sorriso

sue215.blogspot.com

Um dos maiores grupos brasileiras de todos os tempos e que já foi destacado aqui neste blog, O Terço é um dos expoentes do rock progressivo nacional. O vídeo escolhido para encerrar o ano de 2011 no Rock and Roll Blog foi uma ótima idéia de Carlinhos Blues – que me enviou por e’mail.

Este foi um ano em que não pude me dedicar muito a este espaço criado para todos os que amam o rock e todas as suas vertentes. Assim como eu, vários outros blogueiros foram obrigados a dedicar mais tempo a outros trabalhos, afinal todos nós temos contas para pagar no final do mês.

O projeto deste blog visava ter um retorno financeiro, através dos links ou através do Google – esta mesma empresa alegou que meu blog tinha pornografia e acabou não se tornado parceiro. Tem muito babaquinha no Google do Brasil!

Espero que no ano de 2012 tenha tantas ou mais atrações de rock do que 2011! A todos os meus leitores desejo um Ano Novo com muita saúde, amor e Rock n’ Roll!!!

Beijos (para as gatas) e abraços (para os brothers)!!! Sorriam, comemorem e divirtam-se!!!

FELIZ 2012!!!!!!!!

Ayrton Gil Filho

Editor

Abaixo, Sérgio Hinds (vocal e guitarra), Magrão (baixo) e Flávio Venturini (teclado) com “Tributo ao Sorriso”:

ritchie blackmoore Ritchie Blackmore: gênio indomável

edroman.com

Em toda a história da música poucos foram os gênios tão incompreendidos quanto Ritchie Blackmore. Tão genial quanto temperamental, tão técnico quanto injustiçado, tão importante quanto omitido da história da guitarra elétrica, Richard Hugh Blackmore poderia ser comparado tranquilamente a Jimi Hendrix.

Separei neste post 6 momentos da carreira deste brilhante artista, cujo gênio indomável o catapultou para fora dos holofotes, mesmo tratando-se de um dos 5 maiores e mais influentes guitarristas de todos os tempos.

Hoje ele toca música medieval com seu Blackmore’s Nights. Seu site oficial é: blackmoresnight.com

1 – Ritchie Blackmore na banda The Outlaws rebolando e pagando mico, aos 18 anos, hehe (este vídeo é o pior):

2 – Aos 20 anos, mandando muito e já demostrando possuir técnica refinada e uma pegada rock n’ roll mesclada com clássico:

3 – Aqui aos 25, quando atingiu o estrelato com o Deep Purple:

4 – Aos 37 anos, com seu Rainbow, homenageando Beethoven:

5 – Aos 49 anos, no último show com o Deep Purple (ele foi expulso), quando entra no palco quase no final da primeira música e atira um copo d’água nos músicos e no camera man:

6 – Aos 61 anos, com Candice Night (sua esposa) no Blackmores’s Night:

pepeu gomes ao vivo Pepeu Gomes se apresenta hoje no BarraShopping

entretenimento.r7.com

Do bom site Barrazine:

Considerado o melhor guitarrista do Brasil, o baiano Pepeu Gomes se apresenta na terça feira, às 19h, na Fnac do BarraShopping, na Barra da Tijuca. Um programa imperdível para quem gosta de música!

Pepeu iniciou sua carreira musical no excelente grupo Novos Baianos, ainda no início da década de 70. Começou em sua carreira solo no ano de 1978, com o álbum “Geração do Som”. Ao todo, já lançou 15 álbuns, sendo “De Espirito em Paz – Ao Vivo” (2004), seu último registro.

“Eu Também Quero Beijar”, “Planeta Venus”, “Masculino e Feminino”, “Raio Laser”, “Mil e Uma Noites e Amor”, “Dono de Mim” e “Sexy Iemanjá” são algumas de suas músicas mais conhecidas.

Com um estilo tanto técnico quanto eclético, mescla Rock, MPB, Jazz , Choro, Pop, Frevo, Samba, Funk e Maracatu, além de outros ritmos. Pouquíssimos músicos no mundo conseguem soar geniais tocando de Jacob Bandolim a Jimi Hendrix!

*O Barrazine autorizou a reprodução deste post

“Malacaxeta” em versão instrumental:

genesis cd london 73 65a90 Genesis ao vivo, em 1973

Peter Gabriel em performance teatral na capa do álbum "Live in London 1973", do Genesis

Considerado um dos maiores e mais influentes grupos de Rock Progressivo de todos os tempos, o Genesis contribuiu com momentos épicos para a cultura ocidental. Utilizando uma linguagem musical que se nutria principalmente de criatividade, virtuosismo, origininalidade e experimentalismo, conseguiram efeitos sonoros jamais imaginados, momentos verdadeiramente mágicos na história do Rock.

Abaixo, o aúdio de um excelente show do Genesis, com sua formação clássica: Peter Gabriel (vocal e flauta), Steve Hackett (guitarra), Mike Rutheford (baixo), Tony Banks (tecaldo) e Phil Colins (Bateria e vocal),

Genesis – Live in London (1973)

Parte 1

Parte 2

Parte 3

Parte 4

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