Archive for setembro, 2009


20091004stef burns Stef Burns:  Hortons Revenge

(Fonte: flickr.com)

Por Hardy Saddy:

“Stef Burns é um super-guitarrista eclético e virtuoso e que passeia pelos mais diversos estilos: Heavy Metal, Hard Rock, Pop, Fusion, Country Rock e Blues Rock. Esse cara é sem nenhuma sombra de dúvida de um fora-de -série, um guitar hero.

Stephan Birnbaum nasceu na Califórnia (EUA) em 1959 e começou a tocar guitarra aos 7 anos e, aos 20, iniciou a carreira profissional com a banda Omega. Ele já lançou 3 discos solo:”Swamp Tea” (2008), “Stef Burns & Peppino D’Agostino” – Bayshore Road” (2005) e “World, Universe, Infinity” (2008).

Burns também é um excelente músico de estúdio e partcipou de discos de artistas como Huey Lewis & The News, Sheena Easton, No Nation e Vasco Rossi. Também gravou 3 álbuns acompanando Alice Cooper. Mais recentemente, Stef foi convidado por Joe Satriani e Steve Vai a paticipar do projeto G3.”

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20091004cheyne horan bottom turn Hoodoo Gurus: Bittersweet

(Fonte: surfermag.com)

A década de 80 marcou a virada na imagem do surf, um esporte altamente saudável, porém vítima do estigma de “passatempo de vagabundos” ou drogados. Surfistas como o australiano Sheyne Horan (foto acima) – um adepto da alimentação natural -, conseguiram pela primeira vez prolongar a performace profissional, mantendo a competitividade até depois dos 30 anos – coisa até então impensável. No Brasil, o sucesso do campeão brasileiro Jojó de Olivença e de outros Atletas de Cristo – que trocaram as noitadas por uma vida saudável e regrada – ifluenciaram toda a “geração saúde”. Hoje, setores como alimentação e moda querem ter a sua imagem agregada ao esporte dos parafinados.

Mais se tem uma coisa que sempre andou junto dos surfistas, desde os primórdios do esporte, foi a música, preferencialemte Rock ou Reggae. Durante a temporada de ondas no Havaí, graças ao intercâmbio com os aussies, surfistas do mundo inteiro passaram a conhecer as bandas australianas como Australian Crawl, Concrete Blonde e Hoodoo Gurus. A influência do Aussi Rock em terras tupiniquins foi marcante também graças à saudosa Rádio Fluminense FM (RJ). Bandas famosas como Blitz e outras do underground como Baga da Praia (RJ) faziam shows memoráveis! Bons tempos! Abaixo, o Gurus, uma banda que recentemente voltou às atividades, num show em setembro de 2009, em Sydney (AUS):

20091008cocteau jpg 300x206 Cocteau Twins: Crushed

(Fonte: rraurl.com)

A Escócia sempre foi pródiga contribuidora para o universo do Rock. Foi de lá que vieram: Dire Straits, Franz Ferdinand, Simple Minds, Big Country, Edwyn Collins, Shirley Manson (vocalista do Garbage), os irmãos Malcom e Angus Young (AC/DC), além da banda Pós Punk Cocteau Twins. Esta é uma banda muito interessante;

A viagem sonora começou quando Elizabeth Fraser (vocal), Robin Guthrie (guitarra) e Will Heggie (baixo) se juntaram e iniciaram um mergulho rumo ao “Inonsciente do Rock”, criando um som hipnótico obtido através da beleza e originalidade psicodélica de suas melodias.

Liz Fraser é uma cantora verdadeiramente fora-de-série. Além de escrever grande parte das letras, possui um estilo único de vocalização que, somado a sua maneira enigmática de cantar (suas frases são quase indecifráveis) a tornam, de certa forma, o coração dessa banda.

O som levitante que Robin Guthrie tira de sua guitarra compõe a aura “mágica” do grupo; a alma da banda. Simon Raymonde subsituiu o baixista original, em 1984, e também se tornou o principal letrista do grupo; seria portanto, a mente. Abaixo, Crushed:

20091005rick wakeman smoking 200x300 Rick Wakeman: Guinevere

(Fonte: news.superiorpics.com)

“Por Hardy Saddy:

O Rock Progressivo surgiu da intenção de alguns artistas em transformar o Rock em arte e, para isso, muitos foram buscar inspiração em outros estilos musicais; nos improvisos do Jazz (Jean Luc Ponty, ), Música Medieval (Gênesis, Jethro Tull e depois Marillion) no virtuosismo da Música Clássica (Yes e Rick Wakweman) etc.

Influenciados também pelo experimentalismo – sonoro e tecnológico – de grupos como Beatles e Beach Boys, essas bandas foram as que mais longe estenderam o horizonte criativo, as mais ousadas; mais do que qualquer outra na história do Rock, depois dos Beatles, é claro.

Os primeiros discos de Prog Rock que eu aprendi a gostar foram do tecladista britânico, Rick Wakeman, um gênio. Além de grande compositor, Wakeman foi um dos 3 primeiros tecladistas do rock – ao lado de Jon Lord (Deep Purple) e Keith Emerson (Emerson Lake & Palmer) – que despontou nos anos 70 com sucesso, esbanjando técnica e criatividade em discos conceituais, nos quais utilizava os primeiros teclados eletronicos, como estes de ‘Mitos e Lendas do Rei Arthur e os Cavaleiros da Távola Redonda’.”

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