É muito difícil julgar até que ponto a pressão exercida pelo show business nos artistas pode ser prejudicial, mas uma coisa é certa: ela existe e já causou vítimas. Os recentes casos de Britney Spears – que surtou e perdeu a guarda dos 2 filhos – e de Lindsay Lohan (dublê de atriz e cantora) são sintomáticos e também similares.
Britney começou a fazer sucesso ainda criança no Disney Club e, aproveitando a bagagem e experiência com as câmeras, já na adolescência, foi produzida e lançada na MTV. O apelo do visual sexy com melodias Pop transformaram-na numa virtual sucessora de Madonna. Num belo dia, a musa teen endoidou, passou a ser vista sem calcinha e drogada pelas noites californianas. Raspou o cabelo, internou-se numa clínica de “rehab” e só agora está voltando aos palcos.
Lindsay por sua vez começou a trabalhar aos 3 anos na Ford Models, fez cerca de 60 comerciais e participou de séries de TV. Depois, foi estrela mirim em comédias de Hollywood, rapidamente passou a ganhar muito dinheiro e iniciou uma sofrível carreira musical fortemente calcada em sua beleza. Foi eleita a mulher mais sexy dos EUA com apenas 19 anos. Lohan foi presa por dirigir drogada. Tornou-se viciada e virou lésbica numa provável e desesperada fuga inconsciente do assédioAbaixo, Lindsay Lohan com “Rumors”:
ATENÇÃO: ESTE VÍDEO NÃO CONTÉM ROCK N’ ROLL
« Vítimas da Fama? – 2 Banda Montanha Russa no Cinemathèque »










